Contra a privatização das águas...
...foi criado um blog onde é possível encontrar um abaixo assinado online contra a venda de 49% das Águas da Covilhã.Em http://www.aguapublicacovilha.blogspot.com/
quinta-feira, 23 de novembro de 2006
quarta-feira, 22 de novembro de 2006
Exposição de motivos
O Sistema Público, Universal e Solidário de Segurança Social é um sistema de garantia de atribuição de prestações, como direitos, que desempenha na sociedade actual um papel decisivo na política de protecção social de todos os Portugueses. A Segurança Social está presente nos momentos mais marcantes da vida das mulheres e homens do nosso país. Está presente nos bons momentos, por exemplo aquando do nascimento de um filho, mas está sobretudo presente quando surgem dificuldades como sejam o desemprego, a invalidez ou a exclusão social. .A Segurança Social está também presente num outro momento marcante da vida: garante na velhice uma reforma que permite o merecido repouso após uma vida de trabalho e de contribuições para este sistema.
A Segurança Social, nas suas diversas vertentes de intervenção, mitiga as consequências do modelo sócio-económico em que vivemos pelo que é fundamental salvaguardar esta fundamental conquista de Abril e garantir uma protecção social digna para os portugueses e portuguesas.
Se foi no século XIX e no forte associativismo operário que se deram os primeiros passos na protecção social, a verdade é que o 25 de Abril de 1974 constitui o verdadeiro marco histórico na constituição de um modelo unificado de Segurança Social. Foi com a revolução dos cravos que, por um lado, se criou um sistema integrado de Segurança Social, através do Decreto-Lei n.º 203/74, de 15 de Maio e por outro, se alargou e melhorou a quantidade e a qualidade das prestações sociais.
A revolução de 1974 é um marco histórico revolucionário também nas prestações sociais. Importa lembrar que foi nesta fase histórica que se criou a pensão social e o subsídio de desemprego.
A Segurança Social, nas suas diversas vertentes de intervenção, mitiga as consequências do modelo sócio-económico em que vivemos pelo que é fundamental salvaguardar esta fundamental conquista de Abril e garantir uma protecção social digna para os portugueses e portuguesas.
Se foi no século XIX e no forte associativismo operário que se deram os primeiros passos na protecção social, a verdade é que o 25 de Abril de 1974 constitui o verdadeiro marco histórico na constituição de um modelo unificado de Segurança Social. Foi com a revolução dos cravos que, por um lado, se criou um sistema integrado de Segurança Social, através do Decreto-Lei n.º 203/74, de 15 de Maio e por outro, se alargou e melhorou a quantidade e a qualidade das prestações sociais.
A revolução de 1974 é um marco histórico revolucionário também nas prestações sociais. Importa lembrar que foi nesta fase histórica que se criou a pensão social e o subsídio de desemprego.
Grupo Parlamentar do PCP apresentou um Projecto de Lei de Bases do Sistema de Segurança Social que se propõe defender a matriz do Sistema Público edificado após o 25 de Abril e a concretização plena dos princípios da universalidade, da igualdade, da unidade, da solidariedade, da eficácia, da conservação dos direitos adquiridos e em formação, da descentralização, da informação, da garantia judiciária e da participação. Embora considere a necessidade de aprofundar os instrumentos de avaliação constante da evolução da situação financeira do Sistema Público de Segurança Social e da pressão que sobre ela tem vindo a ser exercida pelos factores de ordem económica, social e demogrfica, o PCP rejeita a pressão política, ideológica e legislativa que visa a redução de direitos de Segurança Social, para dar lugar a um modelo de Segurança Social público centrado na atribuição de prestações sociais sujeitas a condição de recurso e dirigidas a situações extremas de pobreza e para públicos alvo que estão abaixo da linha de pobreza.
domingo, 19 de novembro de 2006
JCP na RedeNa edição em que a Comunic se apresentou com um novo rosto, também o espaço da juventude assumiu um novo nome e começou a inovar no formato. Na emissão de dia 16, foram abordadas as questões das lutas do ensino secundário e a jornada de luta da CGTP-IN de 25 de Novembro e abordou-se o 27º aniversário da JCP aos olhos de um dirigente da UJC na altura da Fundação da JCP. Na edição em que a Comunic se apresentou com um novo rosto, também o espaço da juventude assumiu um novo nome e começou a inovar no formato.
Comunic Rádio do PCP na Internet
Emissão em directo quintas-feiras das 15 ás 18 horas
quinta-feira, 16 de novembro de 2006
REFORMADOS DOS LANÍFICIOS EM CONTESTAÇÃO

Os reformados da indústria delanifícios da Covilhã reuniram-se-se esta quinta-feira em plenário, às 15h00, à porta do Centro de Saúde da Covilhã, para definirem as formas de luta contra o impasse no regime de comparticipação de medicamentos.
O plenário é convocado pelo Sindicato Têxtil da Beira Baixa (STBB), que questiona a falta de resposta do Ministério da Saúde a uma proposta que evita despesas por parte dos pensionistas e pode poupar 74 mil euros por ano aos cofres do Estado.
Recorde-se que os pensionistas beneficiam de um regime de comparticipação de medicamentos a 100 por cento. O reembolso era feito em numerário, no Centro de Saúde, bastando para tal a apresentação da factura das farmácias. No entanto, desde Julho, o pagamento passou a ser feito por cheque, enviado por correio no prazo de 30 dias.
Aposentados e o Sindicato Têxtil da Beira Baixa (STBB) argumentam que há pessoas com reformas muito baixas e que não podem esperar pelo cheque.
A situação originou um protesto de cerca de uma centena de pensionistas à porta do Centro de Saúde quando a medida foi aplicada. "O STBB, a sub-região de Saúde de Castelo Branco e a Associação Nacional de Farmácias já chegaram a um entendimento para resolver o problema", releva Luís Garra, presidente do sindicato.
"A proposta conjunta prevê que o Ministério da Saúde pague directamente às farmácias, no prazo de 60 dias, sem necessidade de os pensionistas desembolsarem qualquer quantia, para depois serem reembolsados mais tarde", salienta Luís Garra.
Segundo o sindicalista, a proposta "simplifica os procedimentos administrativos, permitindo ao Estado uma poupança anual de 74 mil euros".
No entanto, o sindicato ainda não obteve qualquer resposta por parte do Ministério da Saúde.
Face à situação, o plenário de quinta-feira prevê que sejam tomadas medidas pelos pensionistas.
O reembolso total das despesas com medicamentos comparticipados é uma medida de que beneficiam os pensionistas do sector dos lanifícios que até 1984 descontaram ao longo da carreira contributiva para o Fundo Especial dos Lanifícios.
domingo, 12 de novembro de 2006
VIVA O INTERNACIONALISMO!

O Secretário-geral do PCP, na sua intervenção no Comício Internacional de Almada”, afirmou que «o comunismo não “morreu” nem morrerá e enquanto a sociedade estiver dividida em classes, enquanto houver exploração do homem pelo homem, enquanto não for superada a contradição básica do capitalismo entre o trabalho e o capital, não só há espaço para os Partidos Comunistas como a sua existência e a sua cooperação e solidariedade internacionalista se tornam cada vez mais necessárias». Jerónimo de Sousa, depois de sublinhar que «é neste quadro internacional – de instabilidade e incerteza, marcado pela violenta ofensiva do imperialismo e grandes perigos para a liberdade e independência dos povos, mas também por uma forte resistência e reais possibilidades de transformações progressistas e revolucionárias – que se inscreve a luta que o PCP trava em Portugal», reafirmou a necessidade das Forças Armadas cumprirem a sua missão constitucional «em lugar de se constituírem, como têm pretendido sucessivos Governos e pretende o Governo do PS, como simples instrumento das operações agressivas da NATO e da União Europeia nos Balcãs, no Médio Oriente, em África (onde se propõe o papel de intermediário e ponta de lança do imperialismo) e noutros pontos do mundo. É particularmente inquietante que Portugal, que participa já em vários teatros de guerra tenha forças a caminho do Líbano e que o Governo ligue o prestigio do país à militarização da sua política externa e à “projecção de forças” chegando mesmo alguns a considerar a “segurança” como um dos principais produtos de exportação portugueses. O sofisma de “acertar o passo com os seus aliados” só serve para esconder o seu papel de subordinado».
sábado, 11 de novembro de 2006
A DEMOCRACIA DELES

No domingo passado, sensivelmente à mesma hora em que o presidente dos Estados Unidos da América, Georges Bush, declarava, em Washington, falando a sério, que a condenação à morte de Saddam Hussein era a comprovação de que a democracia tinha chegado ao Iraque, o primeiro-ministro português, José Sócrates, afirmava, em Montevideu, presume-se que também falando a sério, que «em matéria de visão humanista e respeito pelos direitos humanos, não encontro melhor exemplo do que os Estados Unidos» - e sublinhava que, para confirmação do que dizia, bastava olhar para a «política externa norte-americana».
Trata-se de declarações complementares no seu sombrio significado, gémeas siamesas, pode dizer-se, ligadas pelo cordão umbilical de um arrogante e cínico desprezo pela democracia e pelos valores democráticos – ao fim e ao cabo a democracia deles.
Na declaração do presidente dos EUA transparece o conceito de democracia adoptado pelo mais poderoso país do mundo. Dar como exemplo da chegada da democracia a um país a condenação a morte de uma pessoa – seja ela quem for – diz tudo sobre o entendimento de democracia de quem recorre a tal exemplo.
Na declaração de José Sócrates – presume-se que feita de livre vontade – o que sobressai é a precisão cirúrgica do primeiro-ministro português na escolha das qualidades que, em seu entender, são atributos louváveis dos Estados Unidos da América. Considerar a prática terrorista do imperialismo norte-americano como uma «política externa» caracterizada por uma «visão humanista» e pelo «respeito dos direitos humanos», constitui, não apenas um insulto à democracia, mas igualmente uma brutal ofensa à memória de centenas de milhares de homens, mulheres, jovens, crianças vítimas dessa «visão humanista» e desse «respeito pelos direitos humanos».
Esta exibição de pró-americanismo primário de José Sócrates – expressa na valorização absoluta daquilo que aos EUA mais interessa que seja valorizado – significa que o primeiro-ministro português apoia e aplaude com fervor democrático as invasões e ocupações de países, os massacres, as prisões arbitrárias de milhares de cidadãos de dezenas de países, o encarceramento desses cidadãos em situação de total isolamento e sem possibilidades de acesso a qualquer tipo de defesa, a sujeição desses cidadãos às mais bárbaras torturas, etc., etc.
O conceito de democracia de Georges Bush, tão apreciado por Sócrates, rege-se pelos interesses dos EUA e é simples e primário, como não podia deixar de ser, numa pessoa com a sua mediocridade humana, mental e intelectual. Para ele, as coisas são simples: a democracia é o regime que, em qualquer país do mundo e em cada momento, melhor sirva os interesses do imperialismo norte-americano; se esse regime for alcançado através de «eleições», óptimo; no caso de as eleições não serem manipuladas e de os candidatos do império saírem derrotados, então as eleições são declaradas sem efeito e passa-se ao plano B: a democracia é imposta pela força das armas, com a brutalidade, o terror, a barbárie consideradas necessárias para que o objectivo seja alcançado. Como aconteceu no Iraque. Como aconteceu centenas de vezes, ao longo da história, em múltiplos países.
Daí a sem surpresa da alegria esfuziante de Georges Bush face à condenação à morte de Saddam Hussein. Daí a conclusão tirada e difundida para todo o planeta que aquilo é que era democracia.
Saddam Hussein foi um tirano, um facínora, responsável directo por muitos horrorosos crimes. Lembremos, no entanto, o que não pode ficar esquecido: nos períodos mais sanguinários do seu regime de terror, Saddam foi um homem de mão da CIA e dos respectivos governos norte-americanos. Pelo que, o seu julgamento e condenação pelos crimes então cometidos só seria justo e só faria sentido se, a seu lado, no banco dos réus, estivessem sentados os responsáveis norte-americanos, no mínimo tão culpados como ele por todos esses crimes.
É conhecida a posição do PCP contrária à pena de morte seja qual for o país que a autorize e aplique; é conhecida a nossa posição em relação ao regime ditatorial de Saddam Hussein, cujos crimes fomos o único partido nacional a condenar – todos os crimes, registe-se, desde o assassinato de mais de seis mil militantes comunistas, cometido sob a orientação da CIA (que forneceu a Saddam Hussein os nomes e moradas desses militantes), até aos assassinatos (sempre com o apoio dos Estados Unidos da América) de milhares de outros cidadãos, homens mulheres e jovens progressistas, curdos, etc; é conhecida a nossa posição de condenação e denúncia dos objectivos e da selvajaria da invasão do Iraque pelos EUA em 1991 - a tal da carnificina da estrada de Bassorá, a tal em que as forças do bem (o exército norte-americano) enterraram vivos centenas de soldados das forças do mal (o exército iraquiano) que se haviam rendido; é conhecida a nossa posição outra vez de condenação e denúncia dos objectivos e da selvajaria da segunda invasão, destruição e ocupação do Iraque – e que, somada com a primeira, fez daquele país um imenso cemitério com centenas de milhares de vítimas inocentes; é conhecida, ainda, a nossa posição solidária com a heróica resistência do povo iraquiano à ocupação do seu país – solidariedade que aqui se reafirma inequivocamente.
Estamos, pois, à vontade – e com uma autoridade moral singular - para nos pronunciarmos contra a condenação à morte de Saddam Hussein e para sublinhar a farsa que foi o seu julgamento e a sua condenação, executados pelos títeres dos EUA no Iraque.
E o Lixo sr. Presidente!?

Boa tarde!
Gostaria de perguntar aos responsáveis das Águas da Covilhã, já que são eles os responsáveis pela recolha do lixo no concelho, o porquê de nas aldeias de Sobral de São Miguel, Casegas e Paul não existir um ECOPONTO!
Durante toda a semana coloquei os papéis e cartões na mala do carro, COMERCIAL, portanto a mala é enorme, depois de cheio e bem cheio, procurei o “tal” contentor azul onde devemos colocar o papel! No entanto, depois de dar várias voltas à procura do ecoponto, fiquei na mesma…nem vê-lo…nem em Casegas, nem no Paul!
Bom que tal percorrer mais uns quilómetros, talvez encontre um por aí abandonado à beira da estrada…enfim!
Com muito custo lá descobri através de alguém que no Tortosendo havia um “ecoponto” chamado o “Rei do Bacalhau”…ao que parece podemos depositar lá os nossos papéis e ainda nos dão uns euritos…falta saber o que acontece depois a esse papel!
Gostava que alguém me esclarecesse, será que é um negócio paralelo?
Ou será que simplesmente vossas excelências da ADC pensam que nós aqui na aldeia, somos daltónicos e por conseguinte o ecoponto não iria fazer nada aqui? Ou será que aos vossos olhos, somos “pessoas da aldeia”, vulgo, “labregos” e isso da reciclagem não se enquadra no nosso contexto?
Para que fiquem a saber, foi nas aldeias que há muitos anos atrás se começou a fazer a selecção do lixo biológico! A minha avó já sabia que os restos das cascas, etc… eram um bom fertilizante para o seu quintal!
Num momento tão crítico para o ambiente, como o que temos vindo a passar, é preciso ter uma grande lata para continuarmos de olhos fechados a estas questões!
Não abram a pestana e depois queixem-se que o tempo está cada vez mais estranho….
p.s corrijam-me se estou errada
Susete Ferreira
sexta-feira, 10 de novembro de 2006
Em tribunal ? Como e Porquê?
Se o mestre Gil Vicente fosse vivo, com a sua crítica mordaz ao poder estabelecido, iría preso no tempo do fascismo e agora iría para a barra do tribunal para pagar qualquer indemnização a quem se achou ofendido?
Existem semelhanças no comportamento de quem está no poder já que demonstra não saber viver com a critica real e, também, com a ficcionada.
Aqui fica para consulta, leitura e juízo de cada umhttp://www.covilhas.blogspot.com/
Parece que o Sr Carlos Pinto ensandeceu, concerteza. Só está a dar mais relevo a um blogue que já estava inactivo.
Existem semelhanças no comportamento de quem está no poder já que demonstra não saber viver com a critica real e, também, com a ficcionada.
Aqui fica para consulta, leitura e juízo de cada umhttp://www.covilhas.blogspot.com/
Parece que o Sr Carlos Pinto ensandeceu, concerteza. Só está a dar mais relevo a um blogue que já estava inactivo.
quinta-feira, 9 de novembro de 2006
terça-feira, 7 de novembro de 2006
Abaixo-assinado contra venda da empresa municipal de águas

Covilhã
Documento já tem cem signatários e foi apresentado ontem. Os promotores gostariam de o entregar na autarquia até 4 de Dezembro
Um grupo de cidadãos da Covilhã exigiu ontem o “fim imediato” do processo de privatização da empresa Águas da Covilhã (AdC) apresentando os primeiros cem signatários de um abaixo-assinado que será entregue à autarquia. “A água é de todos! Não é um negócio só de alguns”, referem os subscritores do documento que será posto a circular em juntas de freguesia, escolas, estabelecimentos comerciais e fábricas.
“O abaixo-assinado é a melhor forma de mostrar à Câmara a indignação dos covilhanenses”, disse Abel Pereira, professor do ensino secundário e primeiro subscritor do documento que contesta a venda de 49 por cento do capital da AdC. “Prosseguindo a política de venda dos recursos públicos e património municipal o presidente da Câmara e a maioria PSD que o apoiam preparam um passo gigantesco para a privatização da água”, lê-se no texto do abaixo-assinado.
“Não há nenhuma razão, a não ser a ânsia de arrecadar alguns milhões de euros de imediato, que justifique a privatização da água”, acrescenta o documento. Apesar da autarquia manter 51 por cento do capital da empresa, no caso da alienação avançar, “a venda de 49 por cento não garante que o controle permaneça sob a responsabilidade municipal”, alertam os subscritores do documento. “Os custos ficam no sector público e os lucros vão para os investidores privados deixando de ser reinvestidos”, acrescentam.
O primeiro passo para a venda do capital da empresa AdC foi dado no dia 18 com a apreciação da documentação entregue por cinco consórcios concorrentes que terão de apresentar até 4 de Dezembro o plano estratégico e proposta de preço para aquisição de parte da empresa.
“Seria bom que até 4 de Dezembro tivéssemos reunido um número muito significativo de assinaturas que demonstrassem o descontentamento da população”, disse Abel Pereira, sem precisar que números pretendem ser atingidos e quando tencionam entregar o documento na autarquia.
“Não temos uma data para isso”, disse Abel Pereira rejeitando que a iniciativa tenha qualquer conotação partidária, embora uma parte significativa dos subscritores esteja ligado directa ou indirectamente ao PCP: “Eu não tenho nenhuma ligação partidária”, referiu Abel pereira afirmando que “os movimentos cívicos integram cidadãos que podem ou não ter ligações partidárias. O mais importante não são os partidos, mas as pessoas e aquilo que defendem”, concluiu.
Comunistas entre os primeiros cem subscritores
O presidente da União de Sindicatos de Castelo Branco, Luís Garra, e o líder da CDU na Assembleia Municipal da Covilhã, Jorge Fael, integram o grupo dos primeiros cem signatários do abaixo-assinado. Entre os subscritores encontram-se ainda Carlos Gil, deputado da CDU na Assembleia Municipal da Covilhã, Aníbal Cabral, presidente da Associação Florestal da Beira Interior, recentemente criada, Dulce Pinheiro do Sindicato de Professores da Região Centro e Armando Morais, actual coordenador do Centro de Trabalho do PCP, na Guarda. Da lista, faz ainda parte o arquitecto Hélder Pereira, antigo militante da secção do PS na Covilhã e que, nos últimos anos, tem surgido em várias iniciativas da CDU.
Diário XXI 07 de Nov. 06
GESTÃO AUTÁRQUICA - UM EXEMPLO
Carlos Puebla apresenta números.
Eu, que passei pela Câmara como vereador, direi que se aproximam da realidade. Mais número, menos número.
Muito dinheiro se gastou e gasta sem qualquer utilidade pública e sem reprodução futura.
Aqui fica o texto, retirado do www.vila-do-paul.blogspot.com, a visitar.
O Despesismo e a venda de património público - a água.Dívidas.Quando o Pinto entrou para a Câmara - 1º mandato (1990) a dívida da Câmara era de 800 mil contos à EDP. O Pombo recebeu uma dívida de 3 milhões.O Pinto recebeu a dívida de três milhões (1998) e já vai em 18 milhões.Se se somar a receita anual (cerca de 5 milhões de contos, em média) o Pinto utilizou 58 milhões de contos. Onde estão?É Obra!Não é de admirar que apareça, na lista nacional, como a 3ª Câmara mais endividada, sem capacidade financeira.Por isso, pretende vender a àgua, de todos nós.Venda o seu (dele) património, olha o malandro.
posted by carlospuebla @ 5:05 PM 3 comments
domingo, 5 de novembro de 2006
PELA DEMOCRACIA CULTURAL

“Não temos nada a ensinar; não há certezas a ter, apenas uma maneira de viver que consiste em desembaraçarmo-nos das certezas e do consenso que trazem. A partir do momento em que se acredita saber alguma coisa, começa-se a petrificar a vida, a vê-la através de clichés”
Bernard Sobel, encenador e membro do PCF
Se partirmos da noção de Cultura como o conjunto ou sistema de actividades e práticas, meios e instrumentos, artefactos, obras ou produtos, entenderemos melhor que a actividade cultural abarca, igualmente, os processos de produção, intermediação e consumo que implicam infra-estruturas materiais e sociais, bem como, meios e instrumentos, tecnologias, instituições, aparelhos e mecanismos de comunicação e determinam ou modelam determinadas formas de vida.
Na cultura encontramos uma reflexão ou um fazer que se pensa a si próprio, ao mesmo tempo que pensa o mundo e a vida. Daqui decorre que o combate pela democracia cultural é um combate pela participação, pelo acesso aos bens produzidos, mas também e de forma indissociável, pelo acesso aos meios e instrumentos de produção cultural e à própria criação cultural.
A cultura é memória e renovação. Como militante do PCP não posso deixar de assinalar que sempre apostámos na intervenção cultural como factor de transformação do mundo e da vida, sem esquecer a necessidade de preservação da memória ou tradição, factores de que dependem a identidade comunitária e individual. Para nós, comunistas portugueses, são campos fundamentais de intervenção, por um lado, o Património, e por outro, a criação contemporânea, e, interagindo entre eles de forma central, a educação, o ensino e a investigação.
A distinção entre os três planos sociais da cultura (erudita, de massas e popular) implica, em termos políticos, uma intervenção cultural exigente e diversificada. Por isso é fundamental democratizar a cultura como elemento essencial de progresso social e emancipação individual
De:Pedro Namora (Vale a Pena Lutar)
sexta-feira, 3 de novembro de 2006
SOCIALISTAS MUITO FELIZES

Alguns empresários europeus começam a inquietar-se com o rumo que as coisas estão a tomar. Duzentas famílias dispõem de fortunas três vezes superiores ao produto interno bruto de Todas as nações do planeta.
Em cada dois minutos morre de fome uma criança no chamado Terceiro Mundo.
O desemprego aumenta, A emigração africana atinge proporções incalculáveis. A população europeia envelhece assustadoramente. A extrema –direita cresce, na medida em que a Esquerda cede e capitula cada vez mais. O surdo sentimento de revolta que percorre o corpo social de numerosos países ameaça tornar-se numa forte vaga de fundo.
As alterações no mundo do trabalho fizeram emergir uma nova classe operária, cedo absorvida pela cultura dominante e pelo discurso da precariedade. Os Sindicatos são violentamente atacados, e os seus dirigentes estão demasiado tempo em lugares de decisão, o que suscita uma avalanche de críticas. O caso português é significativo pelo lado contraproducente: as direcções sindicais não são renovadas, a locução social começa a tornar-se enfadonha, a pujança adquirida nos anos imediatos a Abril desvaneceu-se. Não tenhamos ilusões. E deve servir de reflexão a última grande manifestação que reuniu entre oitenta a cem mil protestatários. O número é elevado, claro!, mas será significante? Podemos compará-lo às sondagens. Impressionam, mas valem o que valem e amiúde, valem muito pouco.
Lê-se, numa entrevista ao sociólogo Stéphane Beaud, que dirigiu um grande inquérito, “La France Innvisible” agora publicado por Editions La Découverte: “A geração popular de hoje dispõe de menos fontes colectivas e simbólicas para se opor as formas de domínio que se tornaram mais subtis e mais duras de contrariar”.
Em Portugal a situação é idêntica. A mentira, a omissão, a frivolidade têm carta de alforria. A Imprensa chegou a níveis tão baixos que nem no tempo do fascismo. A esmagadora maioria dos editorialistas escreve sem perigo, sem vergonha e sem glória. Um director de diário, conhecido por ser o porta-estandarte da mais reles estratégia do capital, prepara-se para iniciar uma carreira política, e vai dar o lugar a um outro, que “dirige” um periódico económico . Qualquer deles nunca colocou em texto o mais ínfimo dos reais problemas portugueses. Qualquer deles tem-se limitado a defender os “valores” do “mercado livre”, a saudar as “reformas” de José Sócrates e em afirmar que “as boas relações” entre Belém e São Bento são “óptimas para a democracia e para a solução dos nossos magnos (sic) problemas”.Todos sabemos: as coisa não são o que nos pretendem impingir, e a locução política, quanto honesta e digna, não é um desdobrável de turismo. Onde param os socialistas? Os socialistas que aplaudem Sócrates estão de acordo com as taxas moderadoras, com a aplicação de impostos aos reformados, com o aumento do custo de vida, com meio milhão de desempregados, com o crescendo da emigração, com o desespero de investigadores e outros cientistas portugueses que são obrigados a procurar emprego no estrangeiro? Estão? Se estão, não podem, em rigor, ser socialistas – porque a prática política de Sócrates é neoliberal, e muitíssimo mais à direita do que a do seu parceiro Tony Blair.
Críticas ao neoliberalismo, contido na ideologia do “mercado”, começam a surgir aqui e além, de um modo cada vez mais profundo e veemente. Jornalistas despertam para um assunto que diz directamente respeito a todos nós. Nos Estados Unidos, um comentador moderado, Louis C.Wattermann, escrevia, recentemente, no “Los Angeles Post” , que a “liberalização” será muito boa para todos, se apenas uma parte desses todos faz grande alarido com as suas virtudes?” Jacques Julliard, que não é, propriamente, um desassossegado crítico do sistema, glosou o tema, há meses, no “Nouvel Obs”, admitindo que a globalização “tem criado mais desespero, ansiedade e angústia do que benefícios, alegria e justiça”.
A euforia demonstrada pelos socialistas portugueses não corresponde à realidade dos factos sociais. O País está a sofrer uma convulsão terrível, e absolutamente inesperada, tanto mais que provém de uma zona ideológica de que se esperava exactamente o contrário. Se não há alternativa ao poder, parece também não haver alternativa na direcção do PS.
Os socialistas estão todos contentes. As imagens que as televisões nos mostram são as dos rostos iluminados de prazer, de júbilo e de festividade. Rostos tão luminosamente felizes que parece não se preocuparem com as manifestações de desagrado, de angústia, de aflição, de tormento gritadas nas ruas, no exterior das salas e dos restaurantes onde José Sócrates recebe essas ondas de satisfação e de embevecida ventura.
Análise de: Batista-Bastos
O Hermínio
quinta-feira, 2 de novembro de 2006
D�vidas.
Quando o Pinto entrou para a C�mara - 1� mandato (1990) a d�vida da C�mara era de 800 mil contos � EDP. O Pombo recebeu uma d�vida de 3 milh�es. O Pinto recebeu a d�vida de tr�s milh�es (1998) e j� vai em 18 milh�es. Se se somar a receita anual (cerca de 5 milh�es de contos, em m�dia) o Pinto utilizou 58 milh�es de contos. Onde est�o?
Quando o Pinto entrou para a C�mara - 1� mandato (1990) a d�vida da C�mara era de 800 mil contos � EDP. O Pombo recebeu uma d�vida de 3 milh�es. O Pinto recebeu a d�vida de tr�s milh�es (1998) e j� vai em 18 milh�es. Se se somar a receita anual (cerca de 5 milh�es de contos, em m�dia) o Pinto utilizou 58 milh�es de contos. Onde est�o?
quarta-feira, 1 de novembro de 2006
SOBRE VASCO GONÇALVES

Um «Homem em Revolução»
Para assinalar a passagem do primeiro aniversário sobre a morte do general Vasco Gonçalves, muito mais de um milhar de pessoas encheu, no passado dia 21, a Aula Magna da Reitoria da Universidade de Lisboa. Numa cerimónia marcada pela emoção e desejo de continuar a Revolução de Abril, José Barata-Moura sublinhou a necessidade do povo, e com o povo, reacender «a chama de uma efectiva transformação social do nosso destino colectivo, à luz e à altura dos desígnios de uma humanidade emancipada e solidária». O Avante! transcreve na íntegra a intervenção do ex-reitor da Universidade de Lisboa, de homenagem ao Companheiro Vasco.
rgv
OS DONOS DA ÁGUA
Considerados o grande negócio do século XXI, os serviços de saneamento básico são disputados ferozmente pelas grandes multinacionais do sector, de olho num mercado potencial de muitos milhões por ano. Por: Rita Casaro e Bábara AblasIn - resistir.info
DAQUI A 25 ANOS, 2,5 BILIÕES DE PESSOAS NÃO TÊM ÁGUA POPTÁVEL
Metade da população mundial poderá vir a sofrer de falta de água nos próximos 25 anos, caso os modelos de desenvolvimento e os níveis de consumo se mantenham como os de hoje. Esta foi a conclusão de um relatório, recentemente, feito pelas Nações Unidas que acrescenta que, actualmente, um bilião de pessoas não têm acesso a água potável: 80% das doenças no mundo resultam dessa falta; dois biliões vivem sem condições sanitárias básicas e cinco milhões de pessoas morrem anualmente em consequência de doenças com origem na água ou falta dela. Este último é um número assustador, dez vezes superior ao das mortes resultantes das guerras em todo o mundo. E, já agora, cada vez mais parecem ter razão os que afirmam que as “guerras da água” serão mais mortíferas que as do petróleo e outras formas de energia.
O Hermínio
sexta-feira, 27 de outubro de 2006
A NOSSA SAÙDE, COMO VAI ?
Jerónimo de Sousa,Sobre as questões da Saúde(26.10.2006)
No arranque da Campanha Nacional do PCP em Defesa do Serviço Nacional de Saúde, Jerónimo de Sousa fez uma declaração sobre “O estado da Saúde e as propostas do PCP” onde referiu «que os portugueses estão confrontados com uma das mais agressivas ofensivas contra o SNS, num contexto de preparação da privatização dos serviços públicos de saúde em larga escala, o que tem provocado crescentes dificuldades no acesso aos cuidados de saúde a uma parte muito significativa de portugueses». O Secretário-geral do PCP, depois de afirmar que «a linha de separação política e ideológica entre os que defendem o acesso aos cuidados de saúde em equidade e os que defendem os cuidados de saúde de acordo com o estatuto económico e social de cada português, está no Serviço Nacional de Saúde», destacou as propostas do PCP assentes numa verdadeira reforma dos cuidados de saúde primários que «deve integrar medidas de gestão e administração, de preenchimento e alargamento dos quadros de pessoal, de instalações e equipamentos que lhes permitam autonomia diagnóstica e terapêutica, com a duplicação dos recursos financeiros para os Centros de Saúde no prazo de uma legislatura».+TEXTO
No arranque da Campanha Nacional do PCP em Defesa do Serviço Nacional de Saúde, Jerónimo de Sousa fez uma declaração sobre “O estado da Saúde e as propostas do PCP” onde referiu «que os portugueses estão confrontados com uma das mais agressivas ofensivas contra o SNS, num contexto de preparação da privatização dos serviços públicos de saúde em larga escala, o que tem provocado crescentes dificuldades no acesso aos cuidados de saúde a uma parte muito significativa de portugueses». O Secretário-geral do PCP, depois de afirmar que «a linha de separação política e ideológica entre os que defendem o acesso aos cuidados de saúde em equidade e os que defendem os cuidados de saúde de acordo com o estatuto económico e social de cada português, está no Serviço Nacional de Saúde», destacou as propostas do PCP assentes numa verdadeira reforma dos cuidados de saúde primários que «deve integrar medidas de gestão e administração, de preenchimento e alargamento dos quadros de pessoal, de instalações e equipamentos que lhes permitam autonomia diagnóstica e terapêutica, com a duplicação dos recursos financeiros para os Centros de Saúde no prazo de uma legislatura».+TEXTO
A ÁGUA É NOSSA
A ÁGUA É NOSSA. É VIDA, É DO POVO.Por mais insultos, nojentos e porcos, por maiores ou menores tentativas de identificação de pessoas que,publicamente, defendem os interesses da população,continuo a gritar, cada vez mais alto, que a ÁGUA É NOSSA.Espero que o povo do Concelho da Covilhã siga o exemplo da Assembleia de Freguesia de Casegas que votou, por unanimidade, contra a privatização da água.Espero que o povo do Concelho da Covilhã siga o exemplo do povo do Paul que obrigou o Pinto a " meter o rabinho entre as pernas" quando pretendeu roubar a água da ribeira, no sítio da pedra da sola/praia da mosca, ao regadio. O POVO UNIDO NÃO FOI VENCIDO.O PINTO FOI DERROTADO PELA VONTADE DO POVO.A água será o enterro público e eleitoral do Pinto.
quarta-feira, 25 de outubro de 2006
O PINTO E A QUINTA DO FREIXO
DRABI multa, autarca desconhece
Por violação da Reserva Agrícola Nacional na Quinta do Freixo, na Covilhã
Por violação da Reserva Agrícola Nacional na Quinta do Freixo, na Covilhã
segunda-feira, 23 de outubro de 2006
O Concelho da Covilhã Versus Desenvolvimento
É recorrente confundir-se crescimento com desenvolvimento. É recorrente pensar-se que mais empresas e mais rendimento per capita de uma região significam desenvolvimento da mesma. O crescimento só se transforma em desenvolvimento se tiver a componente humana na sua base. Só existe desenvolvimento de uma região quando a produção e a riqueza é colocada ao serviço do ser humano.
O Concelho da Covilhã, à semelhança do resto do País, vive momentos de autêntico retrocesso civilizacional.
Dizia-se, há bem pouco tempo, que se chegava à civilização quando se vivia numa urbe com emprego, com serviços de transporte, de correios, de saúde, de uma rede de água potável e de saneamento, de educação e de outros inerentes à economia e vida do ser humano (serviços bancários, de restauração, hotelaria, vestuário, etc).
Vivemos momentos de retrocesso civilizacional e da condição humana quando se assiste ao aumento de desemprego, à falência do pequeno comércio, à degradação dos transportes públicos, ao encerramento de unidades de saúde, de estabelecimentos de ensino e ao aumento incomportável dos valores e taxas de acesso a serviços e bens públicos.
A privatização das funções do Estado (quer sejam da Administração Central ou das Autarquias Locais) degrada o regime democrático e intensifica as políticas anti-sociais.
São conhecidas no nosso Concelho as falências de empresas, o encerramento de extensões do Centro de Saúde, de postos do CTT, de circuitos de transportes públicos e a tentativa do encerramento da maternidade no Hospital Central da Cova da Beira e do serviço de urgências no Hospital do Fundão.São conhecidas as empresas que florescem à custa da entrega dos serviços públicos de água, de saneamento, ambiente e espaços verdes e de recolha do lixo, com claro prejuízo para a população que paga os serviços, as tarifas e taxas que engordam tal gente.
Também é conhecida a entrega a um grupo económico, que funciona em regime de monopólio, dos serviços de estacionamento público na cidade, de construção de habitação social no Concelho e da exploração da rede de saneamento em alta.(Ninguém se admire que o mesmo grupo económico venha a obter a construção e exploração da barragem – Penhas da Saúde II – e os 49% da Empresa Águas da Covilhã, caso a população não consiga inviabilizar tal atentado ao património e à saúde pública).
O Governo do PS e a Câmara Municipal do PSD tudo fazem, num claro exemplo do centrão político, em eliminar e reduzir direitos através da entrega aos privados de serviços públicos.
Na defesa da água pública saliente-se a luta da maioria da população do Paul e a posição unânime da Assembleia de Freguesia de Casegas.
É tempo de se reafirmar, num grito único, que a ÁGUA É NOSSA.
Neste momento seria possível viver melhor na Covilhã se não tivéssemos um Governo do PS que diz mata e uma Câmara que nos esfola.O Governo reduz, encerra ou permite encerrar serviços públicos e a Câmara esfola os Covilhanenses obrigando-os a pagar a educação, a cultura, o desporto, a água, o saneamento, o lixo, as rendas elevadas para habitação social, e as taxas exageradas de licenciamento da construção de habitação própria e, ainda, vende o que é de todos para financiar meia dúzia de privilegiados e alimentar toda uma estrutura politico – partidária que tem sede na Câmara Municipal.
Tudo é negócio.
Os Covilhanenses são meros clientes que possibilitam as receitas que financiam actos e acções de mera propaganda e de promoção pessoal.É possível viver melhor na Covilhã com uma nova gestão autárquica. Uma gestão que fosse frontal, coerente e mobilizadora da vontade popular na defesa dos interesses comuns.Uma gestão que desse valor ao ser humano, assegurando um desenvolvimento sustentável, garante do futuro das novas gerações.A actual gestão já deu o que tinha e vendeu o que ainda a Covilhã não tem.
A actual gestão já não tem respostas para os novos problemas.
É, e continuará a ser, parte do problema e não, parte da solução.
Acabou o seu ciclo político.
Está moribunda e a estrabuchar.
Não sabe ouvir a voz do povo e dos eleitos da oposição.
Protesta contra tudo e contra todos.
Discrimina pessoas, colectividades,instituições e freguesias.
Foge ao debate, é autista.
Vamos construir a mudança necessária.
O Concelho da Covilhã, à semelhança do resto do País, vive momentos de autêntico retrocesso civilizacional.
Dizia-se, há bem pouco tempo, que se chegava à civilização quando se vivia numa urbe com emprego, com serviços de transporte, de correios, de saúde, de uma rede de água potável e de saneamento, de educação e de outros inerentes à economia e vida do ser humano (serviços bancários, de restauração, hotelaria, vestuário, etc).
Vivemos momentos de retrocesso civilizacional e da condição humana quando se assiste ao aumento de desemprego, à falência do pequeno comércio, à degradação dos transportes públicos, ao encerramento de unidades de saúde, de estabelecimentos de ensino e ao aumento incomportável dos valores e taxas de acesso a serviços e bens públicos.
A privatização das funções do Estado (quer sejam da Administração Central ou das Autarquias Locais) degrada o regime democrático e intensifica as políticas anti-sociais.
São conhecidas no nosso Concelho as falências de empresas, o encerramento de extensões do Centro de Saúde, de postos do CTT, de circuitos de transportes públicos e a tentativa do encerramento da maternidade no Hospital Central da Cova da Beira e do serviço de urgências no Hospital do Fundão.São conhecidas as empresas que florescem à custa da entrega dos serviços públicos de água, de saneamento, ambiente e espaços verdes e de recolha do lixo, com claro prejuízo para a população que paga os serviços, as tarifas e taxas que engordam tal gente.
Também é conhecida a entrega a um grupo económico, que funciona em regime de monopólio, dos serviços de estacionamento público na cidade, de construção de habitação social no Concelho e da exploração da rede de saneamento em alta.(Ninguém se admire que o mesmo grupo económico venha a obter a construção e exploração da barragem – Penhas da Saúde II – e os 49% da Empresa Águas da Covilhã, caso a população não consiga inviabilizar tal atentado ao património e à saúde pública).
O Governo do PS e a Câmara Municipal do PSD tudo fazem, num claro exemplo do centrão político, em eliminar e reduzir direitos através da entrega aos privados de serviços públicos.
Na defesa da água pública saliente-se a luta da maioria da população do Paul e a posição unânime da Assembleia de Freguesia de Casegas.
É tempo de se reafirmar, num grito único, que a ÁGUA É NOSSA.
Neste momento seria possível viver melhor na Covilhã se não tivéssemos um Governo do PS que diz mata e uma Câmara que nos esfola.O Governo reduz, encerra ou permite encerrar serviços públicos e a Câmara esfola os Covilhanenses obrigando-os a pagar a educação, a cultura, o desporto, a água, o saneamento, o lixo, as rendas elevadas para habitação social, e as taxas exageradas de licenciamento da construção de habitação própria e, ainda, vende o que é de todos para financiar meia dúzia de privilegiados e alimentar toda uma estrutura politico – partidária que tem sede na Câmara Municipal.
Tudo é negócio.
Os Covilhanenses são meros clientes que possibilitam as receitas que financiam actos e acções de mera propaganda e de promoção pessoal.É possível viver melhor na Covilhã com uma nova gestão autárquica. Uma gestão que fosse frontal, coerente e mobilizadora da vontade popular na defesa dos interesses comuns.Uma gestão que desse valor ao ser humano, assegurando um desenvolvimento sustentável, garante do futuro das novas gerações.A actual gestão já deu o que tinha e vendeu o que ainda a Covilhã não tem.
A actual gestão já não tem respostas para os novos problemas.
É, e continuará a ser, parte do problema e não, parte da solução.
Acabou o seu ciclo político.
Está moribunda e a estrabuchar.
Não sabe ouvir a voz do povo e dos eleitos da oposição.
Protesta contra tudo e contra todos.
Discrimina pessoas, colectividades,instituições e freguesias.
Foge ao debate, é autista.
Vamos construir a mudança necessária.
domingo, 8 de outubro de 2006
Autarquias, Educação, Saúde
Jerónimo de Sousa no Porto e em Gaia(4.10.2006)
O Secretário-geral do PCP participou em duas iniciativas no Porto e em Vª. Nova de Gaia, onde, para além de expressar solidariedade às autarquias e saudar a sua luta no dia em que os municípios portugueses reuniram o seu Congresso Extraordinário para debater e protestar contra a revisão da Lei das Finanças Locais, condenou o encerramento, a partir do próximo ano, de 14 urgências hospitalares sublinhando que esta é mais uma medida a juntar a tantas outras do Governo do PS de ataque ao SNS e que «com esta medida mais de um milhão de portugueses ficarão a mais de 45 minutos de uma urgência hospitalar qualificada, isto é, se tiver carro ou dinheiro para pagar o táxi». Depois de referir o «aumento das taxas de juro a somar às significativas centenas de euros que desde o início do ano as famílias portuguesas vão pagar a mais, só nos créditos à habitação», Jerónimo de Sousa abordou as questões da educação nomeadamente «a decisão de encerrar cerca de 1.500 escolas do 1º Ciclo do Básico, não tendo em conta as opiniões da comunidade educativa e de muitas autarquias» e a tentativa de impor aos professores um novo Estatuto da Carreira Docente. O líder do PCP considerou ainda que razão para o protesto e para a luta têm também os trabalhadores da Administração Pública e que «não está em causa a necessidade de reestruturar, modernizar, rentabilizar o aparelho do Estado e dar combate à burocracia» mas sim o propósito de «reconfigurar a estrutura e o papel do Estado para o moldar aos interesses do grande capital monopolista com a alienação e redução das suas funções económicas, sociais, culturais e politicas».+TEXTO
O Secretário-geral do PCP participou em duas iniciativas no Porto e em Vª. Nova de Gaia, onde, para além de expressar solidariedade às autarquias e saudar a sua luta no dia em que os municípios portugueses reuniram o seu Congresso Extraordinário para debater e protestar contra a revisão da Lei das Finanças Locais, condenou o encerramento, a partir do próximo ano, de 14 urgências hospitalares sublinhando que esta é mais uma medida a juntar a tantas outras do Governo do PS de ataque ao SNS e que «com esta medida mais de um milhão de portugueses ficarão a mais de 45 minutos de uma urgência hospitalar qualificada, isto é, se tiver carro ou dinheiro para pagar o táxi». Depois de referir o «aumento das taxas de juro a somar às significativas centenas de euros que desde o início do ano as famílias portuguesas vão pagar a mais, só nos créditos à habitação», Jerónimo de Sousa abordou as questões da educação nomeadamente «a decisão de encerrar cerca de 1.500 escolas do 1º Ciclo do Básico, não tendo em conta as opiniões da comunidade educativa e de muitas autarquias» e a tentativa de impor aos professores um novo Estatuto da Carreira Docente. O líder do PCP considerou ainda que razão para o protesto e para a luta têm também os trabalhadores da Administração Pública e que «não está em causa a necessidade de reestruturar, modernizar, rentabilizar o aparelho do Estado e dar combate à burocracia» mas sim o propósito de «reconfigurar a estrutura e o papel do Estado para o moldar aos interesses do grande capital monopolista com a alienação e redução das suas funções económicas, sociais, culturais e politicas».+TEXTO
Privatizar a àgua ? Não! A ÁGUA É NOSSA
Privatizar a àgua ? Não! A ÁGUA É NOSSA
Fael contesta - PCP exige conhecer caderno de EncargoPCP exige conhecer caderno de encargos do negócioPartido contesta venda de 49 por cento da Águas da Covilhã e pede mais informaçãoNo primeiro debate público promovido pelo partido, o PCP acusou Carlos Pinto de “vender ilusões”O PCP quer conhecer o caderno de encargos que integra o concurso público da venda de 49 por cento da empresa municipal Águas da Covilhã (AdC) desafiando Carlos Pinto, presidente da autarquia, a mostrar o seu conteúdo. O repto foi lançado durante uma sessão pública de esclarecimento sobre a privatização da água, organizada pelo PCP, quarta-feira, no auditório das juntas de freguesia da cidade.“Faça o negócio às claras e mostre o caderno de encargos”, desafiou Jorge Fael, líder da bancada do PCP na Assembleia Municipal da Covilhã, durante o debate que reuniu pouco mais de 30 pessoas e no qual participou Nuno Vitorino, membro da direcção da associação “Água Pública”.Fael acusou Pinto de se preparar para escrever “uma das páginas mais negras da história do município”, afirmando que a alienação do capital da AdC “só servirá para enfrentar o brutal endividamento de 13 anos de gestão PSD”, que geraram dívidas acumuladas superiores a 98 milhões de euros.Com a venda de 49 por cento da empresa, a autarquia espera encaixar entre 35 a 40 milhões de euros, segundo anunciou o presidente da Câmara da Covilhã. O valor esperado pela autarquia com a venda da AdC, actualmente com 26 mil e 900 consumidores, é superior a uma operação idêntica realizada pela Câmara de Braga gerida pelo socialista Mesquita Machado.FAEL DUVIDA DE ENCAIXE DE 40 MILHÕES“Dizer que encaixa 35 a 40 milhões de euros é atirar poeira para o olhos dos munícipes”, disse Jorge Fael, lembrando que na cidade dos arcebispos a venda de 49 por cento do capital rendeu 26 milhões e meio de euros num concelho que tem quase o triplo dos clientes (70 mil) da Covilhã e factura mensalmente um milhão de euros.“O consolo que nos resta é que ele [Carlos Pinto] é bom a vender ilusões”, acrescentou Jorge Fael, sublinhando que “quanto mais dinheiro os privados oferecerem pior para nós [consumidores] que pagaremos a água a peso de ouro”.Segundo o PCP, entre 2001 e 2006, o preço médio do metro cúbico de água, na Covilhã, saltou de 1,27 euros para 2,5 euros.Na sessão pública Fael acusou Pinto de ter mentido aos munícipes em 2004 quando afirmou na edição de 24 de Junho de 2004 do jornal “O Interior”: “Entendo que há zonas onde eles [privados] não devem meter a mão e a água é uma delas”.“Primeiro mentiu e depois omitiu”, frisou o líder da bancada da CDU na Assembleia Municipal da Covilhã, aludindo ao facto de Carlos Pinto não ter integrado a venda dos antigos Serviços Municipalizados de Águas e Saneamento (SMAS) no programa eleitoral sufragado com maioria absoluta nas últimas eleições autárquicas, realizadas há um ano.“Queremos sobressaltar as consciências para os perigos que aí vêm”, concluiu o líder da bancada do PCP frisando que as sessões públicas vão prosseguir a par do envio de cartas para os munícipes onde se lê que “a Covilhã não está à venda”, num protesto contra a privatização da água.http://www.diarioxxi.com/Bitaite por scorpio mab@ 6.10.06
posted by Vitor Reis Silva at 5:29 PM 0 comments
A propósito de um tal Charles Chicken
Confesso que lhe reconheço dotes na criação de imagem...Agora arcabouço para escrever aqueles textos ficticios? Naaa, é muita areia para a camioneta dele!Punha o meu membro asinino no lume!Se esse rapaz perde essa acção,nunca mais acredito na justiça.TPais...Está disponivel: http://www.covilhas.blogspot.com/
posted by Vitor Reis Silva at 4:17 PM 0 comments
A propósito de um tal Charles Chicken
Confesso que lhe reconheço dotes na criação de imagem...Agora arcabouço para escrever aqueles textos ficticios? Naaa, é muita areia para a camioneta dele!Punha o meu membro asinino no lume!Se esse rapaz perde essa acção,nunca mais acredito na justiça.TPais...Está disponivel: http://www.covilhas.blogspot.com/
quinta-feira, 20 de julho de 2006
A FESTA DO AVANTE
Festa do Avante 2006 (19.07.2006)
Em conferência de imprensa, Alexandre Araújo, membro do Secretariado do CC do PCP e responsável pela Festa do «Avante!», referiu que «a Festa do Avante este ano assinala os seus 30 anos(…) da Festa que desde a primeira hora e ao longo de três décadas se afirmou no panorama nacional como a maior iniciativa político-cultural de massas do nosso país e, no plano internacional, como uma das mais importantes e consideradas iniciativas do género.»Nesta conferência de imprensa foram divulgados alguns dos aspectos políticos e culturais mais significativos da 30ª edição da Festa do Avante, Alexandre Araújo destacou « as exposições sobre os 85 anos do PCP, dos 75 anos do Avante, dos 30 anos da Festa, assim como, sobre as diversas batalhas do povo português contra as ofensivas anti-sociais e a política de direita deste Governo do PS (…), a homenagem a Fernando Lopes Graça, maestro de Abril e militante comunista (…) e o debate no Fórum Central - “ 85 anos de luta pela Democracia e o Socialismo». As artes de palco, as artes plásticas, o desporto, a ciência, as tecnologias, o espaço da juventude assim como o espaço internacional também mereceram destaque nesta primeira apresentação do programa da Festa, também foram destacados os dois principais momentos políticos: a abertura e o comício, que contarão com a participação do Secretário-geral do PCP.+TEXTO+PÁGINA DA FESTA DO «AVANTE!» 2006
Em conferência de imprensa, Alexandre Araújo, membro do Secretariado do CC do PCP e responsável pela Festa do «Avante!», referiu que «a Festa do Avante este ano assinala os seus 30 anos(…) da Festa que desde a primeira hora e ao longo de três décadas se afirmou no panorama nacional como a maior iniciativa político-cultural de massas do nosso país e, no plano internacional, como uma das mais importantes e consideradas iniciativas do género.»Nesta conferência de imprensa foram divulgados alguns dos aspectos políticos e culturais mais significativos da 30ª edição da Festa do Avante, Alexandre Araújo destacou « as exposições sobre os 85 anos do PCP, dos 75 anos do Avante, dos 30 anos da Festa, assim como, sobre as diversas batalhas do povo português contra as ofensivas anti-sociais e a política de direita deste Governo do PS (…), a homenagem a Fernando Lopes Graça, maestro de Abril e militante comunista (…) e o debate no Fórum Central - “ 85 anos de luta pela Democracia e o Socialismo». As artes de palco, as artes plásticas, o desporto, a ciência, as tecnologias, o espaço da juventude assim como o espaço internacional também mereceram destaque nesta primeira apresentação do programa da Festa, também foram destacados os dois principais momentos políticos: a abertura e o comício, que contarão com a participação do Secretário-geral do PCP.+TEXTO+PÁGINA DA FESTA DO «AVANTE!» 2006
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