terça-feira, 25 de março de 2008
NÃO À PRIVATIZAÇÃO DA ÁGUA NO CONCELHO DA COVILHÃ
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segunda-feira, 24 de março de 2008
A Água é nossa. É pública. Assine a petição
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quinta-feira, 13 de março de 2008
AS LUTAS FORAM MUITAS. MAS VALEU A PENA. O FASCISMO CAÍU EM ABRIL DE 1974 E A POPULAÇÃO MELHOROU AS SUAS CONDIÇÕES DE VIDA
HOMENAGEAMOS TODOS AQUELES QUE, NO TORTOSENDO, NO PAÍS E NO MUNDO, LUTARAM POR UM FUTURO MELHOR E POR UMA SOCIEDADE MAIS JUSTA
Título:
Marchas de camponeses da região Covilhã -Tortozendo : O Governo atira as forças repressivas contra os trabalhadores : Liberdade para os camponeses presos
Fonte
Avante!. - S. 6, nº 254 (1ª Quinz. Maio 1958), p. 2
Localização:
(PCP/GES)
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6 [13]
Título:
Os texteis da Covilhã defendem os seus direitos
Fonte
Avante!. - S. 6, nº 196 (Fev. 1955), p. 2
Localização:
(PCP/GES)
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7 [13]
Título:
Os têxteis da Covilhã defendem seus direitos
Fonte
Avante!. - S. 6, nº 192 (Nov. 1954), p. 3
Localização:
(PCP/GES)
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8 [13]
Título:
Na Covilhã, os operários continuam a lutar
Fonte
Avante!. - S. 6, nº 95 (Out. 1946), p. 3
Localização:
(PCP/GES)
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9 [13]
Título:
Greve dos operários da Covilhã e Tortozendo
Fonte
Avante!. - S. 6, nº 84 (Fev. 1946), p. 1
Localização:
(PCP/GES)
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10 [13]
Título:
Os rendeiros da Covilhã lutam contra os grémios
Fonte
Avante!. - S. 6, nº 52 (2ª Quinz. Abr. 1944), p. 3
Localização:
(PCP/GES)
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11 [13]
Título:
A vitória dos operários da Covilhã
Fonte
Avante!. - S. 6, nº 9 (Abr. 1942), p. 2 e 6
Localização:
(PCP/GES)
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12 [13]
Título:
Greves e manifestações na Covilhã : O povo trabalhador luta pelo pão e pela liberdade!
Fonte
Avante!. - S. 6, nº 4 (Nov. 1941), p. 1 e 2
Localização:
(PCP/GES)
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13 [13]
Título:
Centenas de operários na miséria : Na Covilhã
Fonte
Avante!. - S. 2, nº 75 (3ª Sem. Mar. 1938), p. 2
Localização:
(PCP/GES)
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NO TORTOSENDO LUTOU-SE E CONTINUA-SE A LUTAR POR MELHORES CONDIÇÕES DE VIDA
Os operários da Covilhã e Tortozendo desmascararam o Ministro das Corporações
Fonte
Avante!. - S. 6, nº 268 (1ª Quinz. Dez. 1958), p. 1 e 3
Localização:
(PCP/GES)
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domingo, 2 de março de 2008
sábado, 1 de março de 2008
terça-feira, 19 de fevereiro de 2008
domingo, 17 de fevereiro de 2008
De José Marmelo e Silva, filho ilustre de Paul
São raras as narrativas que resistem à poalha do tempo. Esculpida há 50 anos com fogo sobre a pedra, «Sedução» chega-nos na sétima reedição para comprovar o seu imperecível fulgor. O seu autor, José Marmelo e Silva (1911-1991), nascido na Beira Interior, na freguesia de Paul, Covilhã, seria, todavia, fechado num silêncio ensurdecedor, preço a pagar por uma obra original e vanguardista, difícil de se enquadrar nos movimentos literários da sua época, a Presença e o Neo-Realismo. Considerada «Obra-prima», por Baptista Bastos, narração da «força do desejo», por Urbano Tavares Rodrigues, um «livro de combate, um livro indisciplinador», segundo José Saramago, «Sedução» define, descarnando, a obsessão sexual, alcançando, arrojada e ironicamente, a repressão de uma sociedade machista e hipocritamente asséptica. Deixarmo-nos seduzir pela obra de José Marmelo e Silva começando pelo seu título de estreia é permitirmo-nos o espanto e a felicidade desmedida de uma leitura excepcional.
Assembleia Municipal de Fevereiro de 2008
Exmºo Senhor PresidenteSenhores Deputados Municipais
Estamos perante um governo de forte pendor restaurador do poder económico dos mais privilegiados.Esta perspectiva sobre a actividade governativa poderá ter uma outra leitura, ou seja:Estamos perante um governo que, optando pelos mais abastados, pelos mais ricos, se esqueceu dos mais necessitados, dos mais fracos, ou seja, da maioria da população.
Num conceito muito específico e estranho de proximidade investe nos grandes centros urbanos (mais próximos dos centros de decisão) e encerra serviços públicos periféricos (mais distantes dos centros de decisão).
Em nome da modernidade, da eficácia e eficiência dos serviços, encerra os que se encontram próximos dos cidadãos, e logo mais acessíveis.Afirma-se que se estão a criar centros de excelência, contudo, esquece-se, que esses centros se encontram afastados do cidadão, que persiste em viver na periferia, ou porque não tem recursos ou porque já não tem idade para tais mudanças.
O governo concentra nas duas grandes cidades (Lisboa e Porto) e nas capitais de distrito serviços essenciais às populações, invertendo a tendência de dezenas de anos de aproximação às populações para que fosse possível o usufruto generalizado do direito à educação, à saúde, à justiça, às tecnologias da comunicação e ao bem estar proporcionado por infra estruturas básicas (rede de água, de electricidade, de esgotos, estruturas desportivas, etc).
Dirão alguns que hoje, com as vias de comunicação existentes, já não estamos tão afastados dos tais centros de excelência.
Esquecem-se, contudo, que a maioria não tem transporte próprio nem transporte público adequado, e que as populações periféricas estão a envelhecer e a empobrecer, e logo, também por estes factores, mais dependentes de serviços que devem manter-se próximos das pessoas.
Nesta perspectiva centralizadora, de redução progressiva de serviços, na tentativa de redução de despesas com recursos materiais e humanos, estamos todos a caminhar para Lisboa e para o Porto porque só ali se podem concentrar as tecnologias mais avançadas e a massa crítica que as domina.E assim se aproximam os serviços dos que, de facto, decidem e podem pagar.
É a proximidade dos serviços da elite bem pensante e dos que engordam na bolsa e nesta economia de casino em que vive o mundo globalizado, porque, meus senhores, só estes podem pagar serviços de qualidade e de excelência.E os serviços, como é evidente, na perspectiva capitalista e do conceito da mais valia, só podem ser rentáveis.Tudo se paga, desconhecendo o cidadão como e onde se aplicam as receitas obtidas através dos diferentes tipos de impostos, taxas e tarifas.
Senhor Presidente
Senhores Deputados
O conceito de centralidade também se pode encontrar em alguns exemplos no nosso Concelho e na política perseguida pela maioria PSD que nos (des) governa.- A indústria de lanifícios e dos têxteis concentra-se, a passo de corrida, nas mãos de um único grupo económico, deixando um rasto de falências que se traduzem em desemprego, em dívidas a trabalhadores e na miséria de dezenas de famílias.
A instalação de novas empresas nos parques da Covilhã ou do Tortosendo, constituídas na base das novas tecnologias que possibilitam elevada rentabilidade, não absorvem a mão de obra que fica desempregada e que carece de reconversão que muitas vezes a idade já não possibilita.- O comércio concentra-se nas grandes superfícies com a venda de bens, ferramentas e máquinas produzidas a milhares de quilómetros, numa concorrência desnivelada e desleal com o sector produtivo e de retalho local, provocando nestes sectores o encerramento da produção e de pequenas e médias empresas, criando mais desemprego e mais dependência local face aos grandes grupos de distribuição de bens e serviços.
A instalação das grandes superfícies no Concelho da Covilhã criou sérios problemas ao comércio local sem existir, por parte da Câmara Municipal, preocupações sérias em o salvaguardar.Já lá vai o tempo em que, quando o PS geria a Câmara Municipal, os eleitos do PSD defendiam que a Câmara só deveria licenciar qualquer grande superfície mediante estudo do impacto na economia local, nomeadamente no comércio tradicional.
Chegados ao poder esqueceram-se dos estudos e das suas preocupações.A isto, sim, se chama hipocrisia e desonestidade intelectual, cívica e política.
Que fique para a história e na memória daqueles comerciantes, e respectivas famílias, dos que já encerraram e daqueles que se encontram em vias de encerrar que o licenciamento destas superfícies se concretizou sem o mínimo cuidado e protecção da economia local, por parte da Câmara Municipal.
De facto, esta Câmara Municipal gerida pelo PSD licenciou os interesses da SONAE e de outros grupos económicos esquecendo-se dos Covilhanenses.
E que dizer da expansão urbana ?
Não existe concentração do investimento no nosso Concelho?O eixo TCT não foi afinal um grande negócio imobiliário?Onde se encontra, hoje, a via rápida entre o Tortosendo e o Teixoso?A aposta no parque industrial do Tortosendo, sem outras alternativas no Concelho, não está a criar a concentração de pessoas e serviços?Não será verdadeira a tese que a concentração de investimento no eixo TCT está a deslocalizar populações para esta área?Não é visível?Não estamos a condenar as freguesias rurais a meros dormitórios e, de forma progressiva, com o encerramento de serviços de educação e saúde, a locais de mero convívio de idosos?Não estamos a criar problemas estruturais nesta área?Onde estão os serviços públicos (Infantários, escolas, estabelecimentos de saúde, espaços verdes, espaços desportivos e de lazer) de apoio a esta população, que de forma progressiva se vai instalando na área da Grande Covilhã?
E o negócio no sector do imobiliário e a corresponde pressão na área do licenciamento urbanístico, será tão rentável que justifica a ameaça a pessoas e famílias?
A ser verdade, o que hoje se conhece e é público, da intimidação, coacção e ameaça de um eleito, por questionar e denunciar irregularidades no âmbito do urbanismo municipal, indicia o facto real da existência de grandes interesses na área do município.
Eu próprio denunciei junto da tutela várias situações que me parecem merecedoras de investigação e de verificação da sua conformidade legal, algumas fazem parte do tal relatório da IGAT que o Senhor Presidente procurou minimizar e ridicularizar nesta Assembleia Municipal.
E, afirme-se, novamente, hoje, que alguns dos procedimentos denunciados continuam a ser prática da maioria municipal, nomeadamente, o de entregar obras e serviços, que exigem, pelos seus valores, procedimentos concursais e nunca o ajuste directo informal.
Informal, porque o concurso faz-se posteriormente para se dar cobertura administrativa à decisão arbitrária e da escolha preferencial.
Contudo, felizmente, se descontar alguns comportamentos agressivos e prepotentes de eleitos do PSD, da tentativa de limitação da minha intervenção politica, sem espaço de trabalho e com lacaios transformados em vigilantes atentos, e tentativa de condicionamento face a processos públicos de índole pessoal e de coincidências estranhas na área policial, nunca tive ameaças pessoais e à minha família.
Porque sei, senti na pele, a pressão que é exercida e o desgaste pessoal ao nível psico – fisiológico e familiar, não quero deixar de manifestar a minha solidariedade ao vereador Dr. Vitor Pereira face à situação vivida.
E que dizer da noticia do eventual exercício de coacção do Vice – Presidente, Prof. João Esgalhado, a um cidadão, em sede de processo de licenciamento de obras?
Participando, desde 1984, na vida autárquica, e com maior incidência no período 1998 a 2001, enquanto vereador, já nada me surpreende.É difícil, se não impossível, provar a tese de que muitos dos apoios dos eleitos nas Câmaras Municipais têm origem nos processos de obras.
Contudo, quando se conhecem processos como aquele que foi divulgado esta semana pelo Jornal do Fundão, apetece dizer, finalmente, alguém tem dignidade e a coragem para defender os seus direitos sem ceder à eventual existência de coacções e de qualquer chantagem.
Deverá, contudo, provar-se o que se afirma.
Alguns destes temas, nomeadamente os que se referem ao conceito de centralização de serviços, irão fazer parte do discurso de eleitos do PS e dos PSD, chamando para a discussão factos e argumentos que, naturalmente, os dividem, timing, o método e os boys, porém estão todos de acordo quanto às medidas substanciais.
No fundamental estão juntos.
No voto contra às propostas dos deputados do PCP de investimentos para o Concelho, em sede de discussão do PIDDAC.
No acordo de aprovação da nova Lei para as Autarquias Locais onde deixam de lado os Presidentes da Junta de Freguesia
Na ratificação do Tratado de Lisboa que não interessa referendar porque se tem medo do povo
No Pacote Laboral com redução dos direitos dos trabalhadores
No encerramento de urgências
No pacto de regime para a Justiça
Covilhã, 15 de Fevereiro de 2008
Os eleitos da CDU
domingo, 10 de fevereiro de 2008
A ESCOLA PÚBLICA SOFRE ATAQUE DO GOVERNO PS
Na Assembleia da República, Miguel Tiago fez uma declaração política sobre o ataque à escola pública e o novo regime de avaliação dos professores e anunciou que o PCP apresentará, durante esta semana, um Projecto de Lei sobre a Gestão Democrática dos Estabelecimentos de Educação Pré-Escolar e dos ensinos básicos e secundário. Ler mais...
segunda-feira, 31 de dezembro de 2007
EDIFÍCIO PARA A GNR DO TORTOSENDO
Afinal de contas
O PS, o PSD e o CDS/PP não querem obras no nosso Concelho?
O texto que a seguir se transcreve corresponde à intervenção dos eleitos do PCP na última Assembleia Municipal, dia 14 de Dezembro.
Nem os eleitos do PS, do PSD e a eleita do CDS/PP nem o Presidente da Câmara deram qualquer resposta para que fosse possível perceber a atitude dos eleitos daqueles partidos na Assembleia da República.
Será que os eleitos do PSD no Tortosendo conseguem justificar porque razão o PSD não aprovou a inscrição da obra e o reforço financeiro?
Assembleia Municipal da Covilhã
Sessão de 14 de Dezembro de 2007PIDDAC
- Programa de Investimentos e Despesas de Desenvolvimento da Administração Central para o ano de 2008
Propostas dos Deputados do PCP na Comissão Parlamentar da Assembleia da República
Pelo Deputado João Oliveira
1 - No programa 21 – medida 3 – Pavilhão e Piscinas Municipais no Complexo Desportivo da Covilhã –Reforço da dotação em 100.000 €
2 - No programa 09 – medida 1 – Construção do Quartel da GNR do Tortosendo - Reforço da dotação em 100.000 €
3 – No programa 19 – medida 8 – Parque Natural da Serra da EstrelaReforço da dotação em 1.000.000 €
4 – No programa 11 – medida 1 - Beneficiação e ampliação da Escola Secundária Frei Heitor PintoReforço em 100.000 €
5 – No programa 12 – medida 1 – Requalificação do Pólo de Artes e Letras da UBIReforço em 500.000 €Pelo Deputado Bruno Dias
6 – No programa 24 – medida 4 – Túnel de Alvoaça – Ligação Covilhã – Seia . Prolongamento do IC67 –
No programa 24 – medida 2 – Variante à Covilhã
Os senhores deputados apresentaram estas propostas nas respectivas comissões como alterações a incluir no PIDDAC para 2008.
Sabendo nós que as inscrições em PIDDAC para o Concelho são diminutas, limitando-se a alguns investimentos na UBI, seria importante a inscrição de outros investimentos garantindo-se, de facto, o compromisso do Governo em lançar as obras propostas.
Contudo, apesar da necessidade das obras para a resolução de problemas estruturais e para o desenvolvimento do nosso Concelho, os senhores deputados do PS, do PSD e do CDS – PP, na Comissão da Assembleia da República, votaram contra a sua inscrição em PIDDAC.
Sabendo-se que houve uma redução significativa do PIDDAC para o nosso Concelho e conhecendo-se a tendência centralizadora do governo PS e da sua opção em não assumir compromissos perante as populações, entende–se e lamenta-se a posição dos deputados da maioria.
Contudo, como se pode entender o voto contra dos deputados do PSD e do CDS-PP?
Apresentaram propostas e asseguraram a execução das obras por outra via?Não concordam com os investimentos propostos?
Que outros investimentos apresentaram para o nosso Concelho?
Covilhã, 14 de Dezembro de 2008
Os eleitos do PCP/CDU
segunda-feira, 17 de dezembro de 2007
Centros de Trabalho de Ovar e Covilhã remodelados
Foram inaugurados, no fim-de-semana, depois de remodelados, os Centros de Trabalho de Ovar e Covilhã. Testemunho do reforço do Partido, a remodelação dos Centros de Trabalho é, ao mesmo tempo, um importante contributo para o fortalecimento da organização e influência do PCP, afirmou Jerónimo de Sousa, que participou nas duas inaugurações.
Uma longa recuperação

Nessas circunstâncias, acrescentava, os cidadãos, para darem consciente destino ao seu voto, não precisavam de cartazes, nem de panos dependurados nas árvores, nem de comícios, nem de debates, nem de sessões de esclarecimento, nem de nada dessas coisa que tanto dinheiro custam.
Presumindo que o dito politólogo não estava a brincar, só nos resta... levá-lo a sério – sobretudo no que respeita ao conceito de democracia eleitoral implícito na sua opinação. Sabe, certamente, o politólogo – não pode deixar de saber – que a comunicação social dominante que dá guarida às opiniões por ele emitidas não tem igual abertura para opiniões que das suas discordem ou se lhes oponham.
Sabe, igualmente – não pode deixar de saber – como essa comunicação social distribui o seu tempo e o seu espaço pelos partidos políticos nacionais – e não apenas em período de campanha eleitoral, mas todos os dias de todas as semanas, de todos os meses, de todos os anos. Sabe, ainda – não pode deixar de saber – o porquê dessa prática por parte de todos os média propriedade do grande capital – que são a quase totalidade dos existentes.
Ora, sabendo tudo isto e opinando como opina, é óbvio que ao seu conceito de eleições democráticas falta, precisamente, o conteúdo democrático. Bem tramados estávamos, nós, comunistas, se seguíssemos a opinação dele; se não recorrêssemos à militância partidária para fazer chegar as nossas propostas ao eleitorado, procurando ultrapassar e derrubar os muros espessos que a comunicação social dominante ergue entre nós e o eleitorado – muros que são feitos não apenas do silenciamento dessas propostas, mas, pior do que isso, da sua deturpação e falsificação. Muros que, todos os dias, roubam democracia à democracia."
quinta-feira, 29 de novembro de 2007
CONFERÊNCIA NACIONAL DO PCP
No encerramento Conferência Nacional do PCP sobre Questões Económicas e Sociais, Jerónimo de Sousa afirmou que os «trinta anos de políticas de direita e de recuperação capitalista dos governos do PS, PSD e CDS-PP comprometeram o desenvolvimento sustentado do país e deliberadamente desbarataram as possibilidades de construção de um Portugal democrático, independente e próspero», salientando que «a Conferência Nacional demonstrou e confirmou que o actual caminho que a política de direita impõe não é único, que há alternativa e que há outras soluções capazes de resolver os problemas nacionais e garantir o desenvolvimento do país e melhores condições de vidas aos portugueses.ProclamaçãoResoluçãoLer mais...
Intervenção de abertura - Agostinho Lopes, da Comissão Política do CC do PCP Na intervenção de abertura da Conferência Nacional do PCP sobre Questões Económicas e Sociais, Agostinho Lopes, da Comissão Política, sublinhou que com a realização desta iniciativa «acrescentamos o vasto e valioso património de análise, debate e proposta do PCP sobre a realidade do País que fomos e somos. Acrescentamos assim ao património das diversas Conferências que o PCP realiza desde 1976, a análise da situação do País e a resposta dos comunistas aos problemas que Portugal enfrenta neste tempo quando dobramos já metade da primeira década do século XXI».Ler mais...
Assegurar o apoio aos pescadores Foi aprovado o parecer do deputado do PCP, Pedro Guerreiro, sobre o futuro da política estrutural da União Europeia, em que são apontados alguns dos objectivos e das orientações gerais em defesa do sector das pescas que deverão ser tidas em conta neste importante debate. Ler mais...
Agenda
28 Novembro 2007Sessão evocativa do centenário do nascimento de Pires Jorge18:30Com a participação de José Casanova da Comissão Política do PCPLocal: Junta de Freguesia de Âlcantara
Exposição evocativa do centenário do nascimento de Pires Jorge 29 Novembro 2007Exposição evocativa do centenário do nascimento de Pires Jorgepatente entre 29 de Novembro e 6 de DezembroLocal: Espaço Vitória, Av Liberdade, 170 Lisboa
1 Dezembro 2007Seminário África - Desafios do desenvolvimento, do progressso social e da soberania - A denúncia do neocolonialismo, outra visão para as relações com África
Com a participação de Jerónimo de Sousa, Secretário-geral do PCP
Local: Hotel Roma, Sala Veneza - Lisboa
terça-feira, 27 de novembro de 2007
Túneis e Hemodiálise
Câmara Municipal (Seia) e Partido Socialista são contra a construção dos túneis, uma solução que é defendida pelas associações empresariais, pelo PCP e pelo PSD.
Governo apresentou três propostas para melhorar as acessibilidades da região: 1 - PRN2000; 2 - Solução com Túneis na Serra da Estrela; - Solução sem Túneis na Serra da Estrela
O Presidente da Câmara Municipal de Seia rejeita a possibilidade de o Governo vir a construir o IC6 ou IC7 através de túneis na Serra da Estrela.
Recorde-se que essa hipótese está contemplada no projecto de “Estudo de Avaliação Estratégica para o Desenvolvimento da Rede Rodoviária Nacional, da Região Centro Interior” apresentado em Coimbra no passado mês de Outubro.Eduardo Brito quer aproveitar o novo plano para «resolver, de uma vez por todas, as acessibilidades à região, sob pena de virmos a ter graves problemas na fixação das populações».
Atendendo a que o Governo apresentou três soluções, com uma delas a contemplar dois túneis que atravessam a Serra da Estrela, o autarca afirma que esta opção «só serve para nos distrair e para continuar a adiar o problema».
Sublinha que a «rejeição» a que vota os túneis – «para além de os considerar uma obra que não é exequível do ponto de vista financeiro» – deve-se ao facto de a região «não poder passar mais do que cinco anos sem ter os principais eixos [rodoviários] resolvidos».As soluções apresentadas resultam do Plano Rodoviário Nacional (PRN), com a configuração de “duplo Y invertido”, e as duas restantes têm a configuração de um "X", uma delas mais a nascente-Norte, com túneis a atravessar a Serra da Estrela, e a outra mais a poente-Sul, mas sem túneis.No PRN 2000, o IC6 desenvolve-se entre Coimbra e Covilhã, estabelecendo a ligação entre o IP3 e o IP2 (actual A23), servindo os concelhos de Penacova, Arganil, Tábua, Oliveira do Hospital, Seia e Covilhã.
Por sua vez, o IC7 desenvolve-se entre o IC6 (Venda de Galizes, próximo de Oliveira do Hospital) e Celorico da Beira, estabelecendo a ligação entre o IC6 e o IP5 (actual A25), servindo os concelhos de Oliveira do Hospital, Seia, Gouveia e Celorico da Beira. Por fim, o IC37 ligará Seia a Viseu, com passagem por Nelas, concelho onde está implantada uma das mais importantes estações ferroviárias da região.
Na segunda alternativa agora proposta pelo Governo, o IC6 “absorve” o IC7 e prolonga-se até Fornos de Algodres, ligando o IP3 à A25. O IC37, que desaparece, passa a designar-se de IC7 e liga Viseu à Covilhã, ligando assim a A25 e a A23, interceptando o IC6 na zona de Torroselo, seguindo depois pelas Pedras Lavradas e Unhais da Serra.
Na última proposta, o IC6 mantém o trajecto da opção anterior. A única alteração significativa é que o “novo” IC7, que parte de Viseu em direcção à Covilhã, é feito, na Serra da Estrela, através de túneis.Como as propostas do Governo incluem três alternativas para o desenvolvimento da Rede Rodoviária Nacional da região centro interior, envolvendo os itinerários complementares IC6 (Coimbra-Covilhã), IC7 (Coimbra-Seia-Gouveia-Fornos de Algodres) e IC37 (Seia-Viseu), e depois de ter reunido recentemente com as associações comerciais e empresariais e partidos políticos, com vista a encontrar a melhor solução para garantir os interesses do Concelho de Seia, a presidência da Câmara Municipal vai apresentar, no próximo dia 29 de Novembro, durante a reunião do Executivo agendada para o efeito, a sua proposta final para discussão e aprovação.Reportagem na ÍntegraFoto:Túnel da Gardunha
Etiquetas: Notícias Beira Interior, Notícias Covilhã, Serra da Estrela
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Mentiroso Compulsivo (2ªparte) - Empresa nega hemodiálise anunciada pela câmara
A multinacional Fresenius revelou, em comunicado, que “não esteve, nem está prevista, uma data para a abertura do Centro de Hemodiálise da Covilhã”.O esclarecimento da multinacional surge depois da Câmara da Covilhã ter anunciado a abertura para ontem, estando previsto que o presidente da autarquia acompanhasse os primeiros doentes pelas 09H00.
No entanto, àquela hora apenas alguns jornalistas compareceram no centro, que permaneceu de portas fechadas. “Devido ao atraso na concessão do visto do Tribunal de Contas, relativamente à convenção celebrada entre o Centro de Hemodiálise e o Ministério da Saúde, ficou adiada a abertura”, explicou a autarquia em comunicado, durante a amanhã.Apesar das tentativas, a Agência Lusa não conseguiu falar com o presidente da Câmara Municipal, Carlos Pinto.
O Centro de Hemodiálise da Covilhã é um investimento privado que vai melhorar as condições de dezenas de doentes da região que actualmente têm que se deslocar para tratamento noutras cidades. Face ao anúncio da Câmara, a multinacional Fresenius, que faz parte da sociedade detentora da estrutura, informou a Agência Lusa que “não esteve, nem está prevista uma data para a abertura do Centro”.
O empreendimento “representa um investimento na ordem do milhão e meio de euros, está construído há já um ano e encontra-se dotado com os meios técnicos específicos para o funcionamento de uma unidade de hemodiálise”.
Em 2 de Julho deste ano, foi atribuída a licença de funcionamento da unidade de diálise pela Administração Regional de Saúde (ARS) do Centro e, a 26 de Outubro, foi comunicado pela ARS Centro “o deferimento em Conselho Directivo do pedido de adesão ao clausulado tipo da convenção para a prestação de cuidados de saúde na área da diálise”, explica o comunicado da Fresenius. No entanto, a adesão está condicionada “ao visto superveniente do Tribunal de Contas”.
“Logo que finalizado este processo a clínica poderá abrir no prazo de uma semana”, conclui a empresa, sem adiantar uma data.A Fresenius Medical Care Portugal tem 34 clínicas de hemodiálise no país e assegura mais de 600 mil tratamentos por ano a cerca de 4.000 pessoas com insuficiência renal.
In "As Beiras"
Etiquetas: Notícias Covilhã, Não há novela como esta
quinta-feira, 1 de novembro de 2007
Agradecemos a divulgação da seguinte:
Conferência de Imprensa
No País e no Distrito o Governo PS/Sócrates é responsável pelo agravamento da situação económica e social e pela
degradação de direitos democráticos fundamentais.
Cresce a luta dos trabalhadores e das populações por uma
nova política e um novo rumo para o País.
1. Reunida em 27 de Outubro a DORCB do PCP considerou que, no Distrito de Castelo Branco, o quadro económico continua marcado por uma estagnação generalizada, sem que se vislumbre qualquer evolução positiva significativa. Continuam os processos de falência e encerramento de empresas, particularmente de pequenas e médias unidades na área do têxtil – como agora sucedeu com a Pereirinho de Cebolais e a Alfilex de Castelo Branco, empurrando para o desemprego mais de sessenta trabalhadores.
O aparelho produtivo definha, estrangulado pela banca e as taxas de juro, pelo preço da energia, por um criminoso diferencial de IVA de 5% relativamente a Espanha, por um Euro sobrevalorizado que limita as exportações.
A indústria têxtil está confrontada com o fim do memorando de limitação aos produtos chineses na UE, mas a Comissão Europeia e a Presidência Portuguesa desistiram da busca duma solução para o problema. O PCP insiste na necessidade de reponderação de medidas de salvaguarda dos interesses nacionais nesta matéria.
O Governo persiste na mesma política de desastre nacional e procura responder à insatisfação das populações com uns pozinhos de demagogia – é o caso da redução de 5% na taxa de IRC para o interior, que significa para as 10 000 empresas do Distrito menos 1 milhão de Euros de pagamentos ao Estado, ou seja, para a imensa maioria de pequenas empresas, uma redução irrisória, bem inferior a 100€ no ano de 2008, menos de 8€ mês.
As políticas deste Governo, que se confirmam neste Orçamento de Estado, insistem nas orientações neoliberais, no dogmatismo monetarista, na ortodoxia do déficit, nas privatizações, no corte brutal da despesa e do investimento público, no garrote ao mercado interno, no modelo económico de salários baixos e regressão social, em políticas económicas e fiscais que favorecem a especulação, a economia de casino e a desmesurada concentração da riqueza.
O PIDDAC - que a DORCB do PCP está a considerar em profundidade, para apresentar em devido tempo as suas propostas concretas -, confirma as orientações essenciais das políticas económicas de direita deste Governo e agrava ainda mais as assimetrias regionais, numa lógica de desinvestimento no interior, de ausência e ocultação dos grandes investimentos, de desvalorização da transparência e controlo democráticos e de instituição generalizada dos «sacos azuis» e de critérios partidários e clientelares.
Este Governo - que se diz socialista – fez de Portugal o país com mais injustiça social da União Europeia e está quotidianamente a aprofundar as assimetrias inter e intra regionais, o atraso e a desertificação do Distrito de Castelo Branco.
2. A DORCB do PCP fez notar que os trabalhadores e as populações estão confrontados e assim continuam no OE de 2008, com uma ofensiva brutal contra os seus interesses e direitos mais elementares – salários e pensões em queda face à inflação previsível e às alterações no IRS, demoras e mistificações diversas no sentido do incumprimento do aumento faseado do salário mínimo nacional, que foi acordado com a CGTP, mais desemprego – no Distrito cerca de 20%, quase o dobro da taxa nacional em sentido lato -, precariedade sempre a crescer – cerca de 25% dos trabalhadores por conta de outrém -, flexigurança, que ainda não está legislada mas que o Governo procura ensaiar na Função Pública, e entre os novos trabalhadores de sectores privados -, aumentos brutais de produtos essenciais - pão, carne, leite – e que nem contam na taxa de inflação.
O Distrito é imolado com a desqualificação, destruição e privatização gradual de serviços e funções sociais do Estado – fundamentais para o desenvolvimento sustentado e equilibrado e para a qualidade de vida do nosso povo - e que só a resistência e a luta têm refreado.
Prossegue o ataque ao Serviço Nacional de Saúde, o subfinanciamento, a carência de meios e o desespero da inacessibilidade aos cuidados de saúde; continua a avançar o plano tenebroso de encerramento de SAPs, valências hospitalares, urgências e de uma das suas maternidades do Distrito, enquanto o Governo procura ensaiair, por interposta Governadora Civil, novas desqualificações do sistema de saúde do Distrito.
Prossegue a ofensiva contra o Ensino Público - desresponsabilização do Estado, encerramento, já com este Governo, de 70 escolas do básico no Distrito, degradação da qualidade do ensino e afronta aos seus profissionais. O Ensino Superior Público – a UBI e o Politécnico de Castelo Branco - estão á beira do estrangulamento, subfinanciados e com um novo regime jurídico privatizador e que afasta, total ou parcialmente, trabalhadores não docentes, estudantes e professores da gestão das instituições.
Avança em crescendo o ataque ao Sistema de Justiça. Após a privatização dos notários e a persistência nas modificações do apoio judiciário que o tornaram residual, o Governo prepara o encerramento de Tribunais, como na Covilhã, tornando a justiça mais classista, morosa, cara e inacessível aos trabalhadores e às populações.
Prepara-se o fecho de 9 postos da GNR – Castelo Branco é o Distrito com o maior número de encerramentos -, agravando um ratio de habitantes por polícia que já é dos mais elevados do país e comprometendo os direitos das populações à tranquilidade e segurança públicas.
Em conformidade com o quadro legislativo e as opções do Governo PS/Sócrates, avançam os processos de privatização da água - na Covilhã pela mão do PSD/Carlos Pinto -, mas em qualquer dos casos, pondo nas mãos de ávidos interesses privados um bem essencial à vida de todos.
3. Neste quadro, a DORCB reafirmou que a recente visita à Covilhã do Primeiro Ministro Sócrates veio tornar mais claro, particularmente para os trabalhadores e o povo do Distrito, que o Governo PS não suporta que as suas encenações mediáticas sejam contrariadas pela outra face da realidade - a condenação da grande maioria dos cidadãos, mesmo dos que votaram PS, que de forma nenhuma podem estar de acordo com a sua política de direita.
Por isso a tentativa de intimidação aos sindicatos e aos trabalhadores, por isso a catilinária anticomunista, as ameaças, a arrogância e o autoritarismo, que não são um acidente mas sim o desenvolvimento de um plano concebido para impedir o protesto, para cercear direitos democráticos fundamentais, para criminalizar a resistência e a luta dos trabalhadores e do PCP.
Mas nessa visita à Covilhã ficou mais claro que a arrogância de Sócrates não é força mas sim fraqueza. Resulta do medo da condenação popular à sua política e de saber que quem o apoia hoje são os grandes senhores de dinheiro e os grupos económicos.
Nesse dia ficou claro, na Covilhã, que é possível vencer o Governo, por a nu a sua arrogância, desmascarar a sua demagogia, desgastar e isolar a sua propaganda e derrotar a sua política.
4. A DORCB considerou que a manifestação de 18 de Outubro, em Lisboa, com a participação muito significativa de centenas de trabalhadores do Distrito, registou uma dimensão histórica – mais de 200000 pessoas contra a política do Governo e por um novo rumo para o país.
A manifestação foi um rotundo não à política do Governo e à flexigurança e também uma viva condenação do chamado “Tratado Reformador” – que institui mais federalismo, militarismo e neoliberalismo na União Europeia – e constituiu o contraponto ao “porreiro pá!” de Sócrates e Barroso, do PS, PSD e acólitos, tão contentes com um tratado feito por medida pelas grandes potências para servir as multinacionais.
A manifestação provou que a luta contra este Tratado só está a começar e que é imperioso o referendo vinculativo e a luta por uma outra Europa de Estados soberanos, de justiça social, paz e cooperação.
A manifestação demonstrou que vale a pena lutar, e que se estão a reunir as forças e a determinação capazes de lutar e alcançar uma nova política e um novo rumo para o nosso país.
E os trabalhadores e o povo do Distrito, que têm profundas razões de descontentamento com este Governo PS/Sócrates, continuarão na linha da frente desse combate.
5. A DORCB do PCP considerou também que o período de intensa actividade de massas e de intervenção e afirmação do Partido, que decorre desde o Verão - a Festa do Avante, as campanhas de esclarecimento “Basta de Injustiças!”, em defesa dos serviços de saúde no Distrito e em defesa da água pública -, permitiram um importante reforço do Partido, na estruturação e organização, na ligação às empresas e locais de trabalho, no recrutamento de novos militantes, na sua formação e inserção na actividade partidária. É ainda possível, até ao fim de 2007, consolidar os avanços e cumprir os objectivos traçados.
A DORCB decidiu tornar público que, no quadro da preparação da Conferência Nacional do PCP sobre as questões económicas e Sociais, que decorre em 24 e 25 de Novembro, vão concretizar-se no Distrito 6 Assembleias electivas, que votarão 13 delegados efectivos e outros tantos suplentes.
Do conjunto das actividades previstas até ao fim do ano, a DORCB decidiu tornar pública desde já uma Sessão Comemorativa do 90º Aniversário da Revolução Socialista de Outubro, com o camarada José Casanova, em 17 de Novembro na Covilhã, e a inauguração das obras de restauro do Centro de Trabalho nesta cidade, com a presença do Secretário Geral do PCP, camarada Jerónimo de Sousa, que decorrerá em data a confirmar oportunamente.
A DORCB do PCP decidiu ainda dirigir-se aos trabalhadores e às populações laboriosas do Distrito reafirmando que, também no Distrito de Castelo Branco é necessário o protesto e a luta, para uma rotura democrática.
Com o PCP. Por um outro rumo e uma nova política, ao serviço do povo e do país.
DORCB do PCP
30 de Outubro de 2007
sexta-feira, 26 de outubro de 2007
INFORMAÇÃO
segunda-feira, 22 de outubro de 2007
MAIS DE 200 MIL RECLAMAM NOVAS POLITICAS PARA PORTUGAL E UE
Um mar de gente que trabalha, que vive o drama do desemprego, que tem baixos salários e pensões, que é hostilizada e ofendida por um poder politico convictamente feito com o patronato mais retrógrado, esteve ontem em Lisboa a reclamar novas politicas para o país e a UE e a dizer que jamais desistirão do objectivo duma sociedade que dignifique o Trabalho e os Trabalhadores.•Foram mais de 200 mil que, numa magnífica demonstração de unidade, combatitividade e solidariedade, disserem bem alto que Sócrates e a sua política continuará a ser firmemente combatida e denunciada.•Foram mais de 200 mil que estiveram na maior acção de massas realizada em Portugal na última década tendo o governo a obrigação de tirar ilações desse facto.•Foram mais de 200 mil que embora chamando mentiroso a Sócrates não o ofenderam porque nem por uma unica vez lhe chamaram socialista e, isso sim, seria ofendê-lo. •Foram mais de 200 mil que responderam ao apelo da sua Central Sindical e Sindicatos, mostrando que a conspiração do governo e do patronato contra os Sindicatos e a tentiva de isolar os trabalhadores e os Sindicatos do resto da sociedade não tem futuro.Seriam muitos mais não fora o clima terrorista que reina em muitos serviços e empresas.A CGTP-IN saúda os trabalhadores e trabalhadoras do distrito que participaram nesta magnifica jornada de luta, integrando-se na manifestação, em defesa do direito de reunião e exercicio de actividade sindical no respectivo local de trabalho.
terça-feira, 9 de outubro de 2007

PERANTE O ATAQUE DO PRIMEIRO-MINISTRO AOS SINDICATOS, INCENTIVAR A MOBILIZAÇÃO PARA A MANIFESTAÇÃO DE 18 DE OUTUBRO
O Primeiro-Ministro em vez de responder aos problemas dos trabalhadores e do país, acentua os ataques aos sindicatos e pretende pôr em causa o direito de manifestação consagrado constitucionalmente.
Exemplo desse comportamento anti-democrático foi dado pelo PM, na passada 6.ª feira (5 de Outubro), ao afirmar publicamente que não confunde professores com sindicatos, atacando estes, e ao aprovar a intervenção ilegal da GNR, ontem, 7 de Outubro, em Montemor-o-Velho, em circunstâncias que coloca a dúvida legitima sobre se esta força policial não agiu a ordens superiores, contra aqueles que manifestavam o seu protesto face a políticas lesivas dos direitos dos trabalhadores.
O PM e o Governo têm consciência dos justos protestos dos trabalhadores e da injustiça e fracasso das suas políticas, mas optam por fugir ao diálogo com os sindicatos e a não responder às reivindicações e propostas que estes fazem.
A melhor forma de darmos resposta a estes comportamentos anti-democráticos é a de conseguirmos dar grande visibilidade e força às razões que nos assistem e de intensificarmos o esclarecimento e mobilização com vista à realização de uma grande manifestação no dia 18 de Outubro.
terça-feira, 25 de setembro de 2007
TRISTE ESPECTÁCULO !!!

Não escondeu a sua incompetência e espírito antidemocrático ao impedir o representante do P.C.P. de se exprimir dando ao mesmo tempo aos seus colegas de bancada largos minutos para proferirem insultos ascorosos e insultantes.
Procurou o sr. Presidente da Assembleia fazer passar a mensagem de que estava naquele lugar para servir a política e não para se servir dela.
Se assim é, muito nos apraz, mas tem que mudar de discurso e de atitude porque a democracia e a liberdade, com o seu discurso, saíram muito maltratadas. A democracia fragilizada e a liberdade amordaçada.
Quanto à sugestão que pediu para lhe indicarem uma Associação a quem devia entregar o dinheiro das senhas de presença que ganha na Assembleia, sugerimos-lhe a seguinte: LIGA DOS AMIGOS DOS ANIMAIS, uma vez que andam por aí muitos cães a ladrar, ATRÁS DA CARAVANA, carentes e à espera de um osso, nem que seja debaixo da mesa.
A partir de agora todos os cães adoptados na APCA têm direito a um conjunto de 12 aulas de obediência básica na Escola de Treino “Academia do Cão”, em Porto Salvo. Graças a generosidade e apoio de Mário Duarte, os cães da APCA serão mais educados e obedientes. Acreditamos que este é um dos passos fundamentais para combater o abandono, pois o laço criado entre o dono/cão é ainda maior.
Conheça a escola em http://www.academia/ do cão.com
O eleito do Partido Comunista, entregou dois documentos à mesa, uma moção e um voto de protesto, relacionados com o roubo das estruturas metálicas que serviam de suporte à propaganda política do P.C.P. e que estavam em locais públicos e um voto de protesto pela violação feita à Lei ao não ser convocada a reunião ordinária da Assembleia de Freguesia do mês de Junho.
O eleito do P.C.P. na Assembleia de Freguesia de Tortosendo, fazendo uso dos direitos que lhe conferem a Lei e o Regimento desta Assembleia, manifesta o seu descontentamento pela forma como foram retirados os painéis de propaganda, do Partido Comunista Português, que estavam colocados em vários pontos públicos da nossa freguesia.
A Lei das autarquias define que a afixação de propaganda política não carece de autorização nem de comunicação ás autoridades administrativas e que a actividade de propaganda política-partidária pode ser desenvolvida livremente fora ou dentro dos períodos de campanha eleitoral.
A legislação refere ainda que, se a afixação de propaganda for ilegal, os órgãos executivos autárquicos não podem remover material de propaganda sem primeiro notificarem e ouvir as forças partidárias.
Tendo em linha de conta a legislação atrás mencionada, temos de concluir que a propaganda e os placares que a suportavam, que foi retirada e provavelmente danificada, foi um acto prepotente e anti-democrático da Junta de freguesia de Tortosendo e que me leva a apresentar esta Moção de protesto hoje, dia 20 de Setembro, na reunião Ordinária desta Assembleia de Freguesia de Tortosendo.
Tortosendo, 20 de Setembro de 2007
O eleito do P.C.P.
O eleito do P.C.P. neste órgão autárquico manifesta este voto de protesto baseado no seguinte facto.
Ponto Único:
Ao longo de 31 anos de Poder Local Democrático, sempre a Assembleia de Freguesia de Tortosendo foi convocada para reunir obrigatoriamente segundo a legislação em vigor.
Foi com total surpresa, que não recebemos a convocatória da reunião ordinária do passado mês de Junho.
Por conseguinte e porque achamos que houve uma violação à Lei 169/99 – artigo 13 ponto 1 e ao Regimento desta Assembleia o que nos leva a apresentar este voto de protesto que deve ser totalmente exarado na acta desta reunião.
Tortosendo,20 de Setembro de 2007
O eleito do P.C.P.
sexta-feira, 14 de setembro de 2007
PELA CALADA DA NOITE
No Tortosendo, pela calada da noite, da mesma forma que a ditadura fascista fazia à propaganda da CDE, que era a oposição democrática ao regime, provavelmente, a mando de ordens superiores, alguém andou nas noites de quarta e quinta-feira dias 12 e 13 a tirar /roubar a propaganda política do PCP que estava em alguns pontos da freguesia. Para além da propaganda retirada foram roubadas sete estruturas metálicas que a suportavam.
Aos que cometeram este atentado e nos querem privar de informar e limitar as nossas liberdades a Comissão de Freguesia de Tortosendo informa-os que não vão conseguir os seus objectivos e aconselhemos que devolvam as estruturas e os respectivos acessórios, aos legítimos proprietários, porque estas foram adquiridas com o dinheiro dos militantes do PCP.
Aos “democratas” por conveniência, que não sabendo aceitar a critica e porque não têm argumentos, ou coragem, de responder publicamente às criticas que lhes é feita, nomeadamente através de Boletins Informativos, de uma forma caciqueira usam os meios da autarquia para danificar e destruir o património legal do PCP.
Os Tortosendenses vão tomar conhecimento deste atentado e, certamente, que vão mostrar a sua indignação e tirar as suas ilações.
Reafirmamos o que dizemos nos Informativos: MANDEM LIMPAR O LIXO E OS CAMINHOS, TENHAM RESPEITO PELA FREGUESIA E POR QUEM OS ELEGEU.
Através dos tempos, principalmente no período mais tenebroso da nossa história recente, os Tortosendenses souberam sempre lutar pela liberdade e a democracia. Não será nos tempos presentes, que alguns mandarins / caciques, nos vão impedir de assim continuar.
CACIQUISMO: Influência exercida por dirigentes partidários à escala local e regional, sobretudo na manipulação de interesses de grupo e mobilizações eleitorais.
in - Dicionário Enciclopédico da Língua Portuguesa.
quarta-feira, 5 de setembro de 2007
INFORMATIVO
segunda-feira, 3 de setembro de 2007
CARLOS PINTO. SEMPRE O MESMO - ARROGANTE E COM COMPORTAMENTOS DO TEMPO DA OUTRA SENHORA - DO REGIMO FASCISTA
31-Ago-2007
Caciquismo arrogante e tacanhez antidemocrática - eis o exercício do poder pela maioria PSD/Carlos Pinto na Covilhã.
Pela segunda vez em quinze dias, na noite de anteontem, a maioria PSD/Carlos Pinto abusando do poder que os covilhanenses lhe confiaram na Câmara Municipal do concelho, fez arrancar pendões de divulgação da Festa do Avante que estavam colocados junto a um Centro Comercial, em que pontifica o Grupo SONAE.
Trata-se de um acto ilícito, em que o executivo municipal reiteradamente insiste, com a evidente má consciência de que está a violar as leis da República – se assim não fosse interviria no terreno da legalidade e dos tribunais.
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quinta-feira, 23 de agosto de 2007
O atrevimento da ignorância

Falam de Marx e Lenine, mas aparentemente nunca os leram. Quanto mais estudarem-nos...
Pesquisa efectuada. Algumas, muitas, centenas de páginas analisadas. Há que retirar algumas conclusões. E é possível fazê-lo.
Por um lado, a esmagadora maioria dos jornalistas, comentadores e analistas que se pronunciam sobre as posições dos comunistas portugueses acerca da chamada globalização revela um desconhecimento (ou ignorância) atroz. Falam de Marx e Lenine, mas, aparentemente, nunca os leram. Quanto mais estudarem-nos. Referem o PCP, mas sobre os seus documentos escritos e publicados nada. Nem uma linha.
Por outro, o seu atrevimento é directamente proporcional a esse mesmo desconhecimento (ou ignorância). Prosápia não lhes falta. Mas talvez um pouco mais de modéstia não lhes fizesse mal. E de leitura também.
Antes de passarmos aos factos concretos, um esclarecimento adicional. Não aderi à “revolução” semântica dos conservadores e neoconservadores. Nos anos oitenta do século XX, “revolucionaram”, com sucesso, a terminologia política e económica. O capitalismo passou a ser designado como “economia de mercado”. Mais recentemente, trocaram o imperialismo por “globalização”. Só que um homem é um homem e um bicho é um bicho.
“A burguesia não pode existir sem revolucionar permanentemente os instrumentos de produção, portanto as relações de produção, portanto as relações sociais todas”, escreveram profeticamente Marx e Engles no remoto ano de 1848, no seu Manifesto do Partido Comunista. E, algumas linhas adiantem: “A necessidade de um mercado em constante expansão para os seus produtos persegue a burguesia por todo o globo terrestre. Tem de se fixar em toda a parte, estabelecer-se em toda a parte, criar ligações em toda a parte. A burguesia, pela sua exploração do mercado mundial, deu uma forma cosmopolita à produção e ao consumo de todos os países” (o sublinhado é meu). Este conceito de “mercado mundial” já três anos antes tinha sido referido por ambos os autores no seu livro A Ideologia Alemã. E será repetido, analisado, aprofundado, ao longo dos anos, quer por Marx, quer por Engels.
Em obras como Para a Crítica da Economia Política, Salário, Preço e Lucro (os bloguistas que andam a discutir o poder do mercado deviam ler e estudar duas obras, digo eu), O Capital, Do Socialismo Utópico ao Socialismo Científico e em dezenas de cartas, vai-se desenvolvendo o conteúdo deste conceito. Bem como o papel nele desempenhado pela Internet do século XIX: o telégrafo.
Sessenta anos mais tarde, em 1916, Lenine escreve O Imperialismo, Fase Superior do Capitalismo. Depois de uma análise exaustiva do “mercado mundial” nas novas condições de desenvolvimento do capitalismo no início do século XX, define o conceito de imperialismo. Fá-lo incluindo cinco traços fundamentais: “1) a concentração da produção e do capital levada a um grau tão elevado de desenvolvimento que criou os monopólios, os quais desempenham um papel decisivo na vida económica; 2) a fusão do capital bancário com o capital industrial e a criação, baseada nesse `capital financeiro`, da oligarquia financeira; 3) a exportação de capitais, diferentemente da exportação de mercadorias, adquire uma importância particularmente grande; 4) a formação de associações internacionais monopolistas de capitalistas, que partilham o mundo entre si; 5) o termo da partilha territorial do mundo entre as potências capitalistas mais importantes”.
E em Portugal?
“A internacionalização da economia, a profunda divisão internacional do trabalho, a crescente cooperação entre Estados e os processos de integração correspondem, neste final do século XX, a realidades e tendências de evolução não exclusivas do capitalismo. Em função da sua orientação, características e objectivos, tais processos podem servir os monopólios e as transnacionais, ou podem servir os povos. É direito inalienável de cada povo e de cada país lutar em defesa dos seus interesses e direitos” , diz o Programa dos comunistas portugueses.
Em torno do conteúdo e significado do movimento “antiglobalização”, trava-se uma imensa luta política e ideológica. É natural que assim seja.
No seu XVII Congresso, em Novembro de 2004, o PCP afirma na resolução política aprovada: “A nível mais profundo, a ofensiva global do imperialismo é resultado da própria dinâmica do sistema capitalista, cuja natureza exploradora e agressiva não se alterou nas suas características fundamentais. Uma ofensiva que é determinada pelas exigências de reprodução do capital e a corrida ao máximo lucro; pela necessidade de intensificar a exploração dos trabalhadores, tanto nos países periféricos como nos centros do poder imperialista, a fim de satisfazer as exigências da acumulação capitalista e enfrentar a baixa tendencial da taxa de lucro, reduzindo o preço da força de trabalho e enfraquecendo a capacidade reivindicativa de quem trabalha; pela necessidade de alargar o seu domínio a novos mercados, abolindo as restrições à circulação do capital financeiro e à pilhagem por parte das empresas transnacionais; pela necessidade de dominar novas fontes de matérias-primas baratas, com destaque para as energéticas, cujo controlo é decisivo para impor a sua hegemonia; pela vontade de esmagar formas autónomas de produção, comercialização e consumo, não integrados nos circuitos controlados pelas grandes empresas dos centros do imperialismo, que sejam de natureza familiar, pública ou mesmo capitalista”.
E ainda, em jeito de prever e de prevenir a situação actual: “No mercado imobiliário, cujos preços têm vindo a subir a níveis demasiado elevados, subsistem riscos de um ajustamento abrupto com consequências de expressão mundial”. Em Novembro de 2004!!! Algum dos “críticos” tinha lido isto?... Especialista em Sistemas de Comunicação e Informação
Por: António Vilarigues
Público,20/08/07






