quarta-feira, 7 de maio de 2008






















Nota de imprensa da JCP - Sobre as declarações do Presidente da República por ocasião do 34º aniversário da Revolução de Abril



Face às solicitações da comunicação social, a propósito das declarações do Presidente da República por ocasião do 34º aniversário da Revolução de Abril, em que chama a atenção para o “desinteresse” dos jovens no que concerne às questões políticas, a JCP decide tornar pública a seguinte nota de imprensa:
1Para a JCP, a relação dos jovens com a política e o seu conhecimento sobre o 25 de Abril não se mede apenas por um conjunto de perguntas deste ou daquele estudo: hoje muitos milhares de jovens, trabalhadores e estudantes, lutam todos os dias para defender direitos conquistados com Abril. A participação de jovens no movimento estudantil, em associações, grupos formais e informais de jovens, no movimento sindical, no associativismo de base local é uma realidade, apesar das limitações impostas por sucessivos governos.
2As declarações do Presidente da República inserem-se numa tentativa de diminuir o real significado das comemorações populares do 25 de Abril. O agora Presidente da República foi Primeiro-Ministro de governos que protagonizaram de forma destacada a contra-revolução, sendo – privatizações, ataques aos direitos e uma violenta ofensiva ideológica que visava consagrar o individualismo e o conformismo. A falta de credibilidade e desinteresse dos jovens em relação à política tem responsáveis: são aqueles que desde 1976 retiram direitos à juventude, desmembrando aos poucos a democracia saída da Revolução de Abril. A descredibilização da vida política também resulta de prometer e propor uma coisa enquanto oposição e depois no Governo concretizar outra, como o que o Governo PS, que entre tantas outras coisas, em relação ao Código de Trabalho, que prometeu que iria retirar os artigos mais gravosos e vem agora aprofundar o ataque aos jovens trabalhadores, fazendo dos contratos precários regra, desregulamentando os horários de trabalho e liberalizando os despedimentos.
3No entender da JCP, o cumprimento da Constituição da República Portuguesa e o respeito pelas diferentes dimensões da Democracia – política, económica, social e económica – são a mais sólida garantia para uma ampla intervenção social e política na vida do país e para um conhecimento sobre a história e a cultura portuguesas. Neste sentido, não deixa de ser relevante o facto de serem aqueles que mais descredibilizam a vida democrática, serem os primeiros a vir à praça pública falar da reforma da democracia. O governo PS, com a complacência do Presidente da República, tem insistido num cercear dos direitos democráticos dos jovens portugueses: as várias formas de limitação ao direito de manifestação dos estudantes do ensino secundário e dos trabalhadores; a perseguição a dirigentes sindicais e estudantis; a liberdade de expressão e de propaganda atacada diariamente; a promoção da exclusão escolar e social dos estudantes do ensino secundário através do Estatuto do Aluno; o afastamento dos estudantes do ensino secundário dos órgãos de gestão da escola através do Regime Jurídico de Autonomia do Secundário; o afastamento dos estudantes do ensino superior e a entrada de empresas nos órgãos de gestão da escola através do Regime Jurídico das Instituições do Ensino Superior; a elitização e privatização do ensino superior e secundário; a Lei dos Partidos que visa impor modelos e metodologias organizativas; a Lei do Financiamento dos Partidos que visa meter num espartilho e formatar a acção e a participação dos seus membros; o liquidar dos direitos laborais conquistados com Abril; o direito à habitação posto em causa; o cada vez mais difícil acesso à saúde, deporto e cultura.
4Em vários momentos a JCP tem alertado para o conteúdo dos currículos escolares em relação ao tratamento dado ao momento histórico que foi o 25 Abril: situando-se no final do programa, muitas vezes não é dado.
5 Para a JCP, a Revolução de Abril foi a libertação do povo português de 48 anos de ditadura fascista e foi um passo para a democracia consagrada na Constituição de Abril de 1976. Para a JCP, celebrar Abril é também defender os direitos de Abril: a escola pública, gratuita e de qualidade; o trabalho com direitos; o direito à habitação, à saúde, à cultura e ao desporto, o direito de reunião, associação e expressão.As comemorações populares do 34º aniversário da Revolução de Abril tiveram por todo o país uma ampla participação juvenil, mostrando bem que, apesar da ofensiva ideológica, de todas as deturpações e campanhas em torno da Revolução de Abril e da participação juvenil, a juventude marcou presença em defesa de Abril e das suas conquistas.A JCP, cumprindo o seu papel, celebra o 34º aniversário da Revolução de Abril com uma campanha nas escolas, locais de trabalho e outros locais de concentração juvenil. A JCP promoveu no dia 26 de Abril um comício, com a participação do Secretário-Geral do PCP, com centenas de jovens, em Almada, relembrando a luta e os resistentes anti-fascistas, as conquistas de Abril e a necessidade de as defender, cuja oportunidade, face às declarações do dia anterior, deve ser sublinhada.




O Secretariado da Direcção Nacional da JCP




Lisboa, 30 de Abril de 2008

sábado, 3 de maio de 2008

1º de Maio no Tortosendo




















































































































































































































































No Tortosendo comemorou-se o 1º de Maio, Dia Mundial do Trabalhador.
Integrada no programa da União de Sindicatos de Castelo Branco – CGTP- IN realizou-se a tradicional Manifestação que levou, para as ruas da Vila, centenas de Tortosendenses.
No final usaram da palavra um representante local da Comissão Organizadora, e o Coordenador da União de Sindicatos do Distrito de Castelo Branco.
Publicamos a intervenção do membro da Comissão local:

Camaradas:
Em nome da Comissão Organizadora das Comemorações do 1º de Maio no Tortosendo faço uma saudação a todos os trabalhadores que, hoje, dia Mundial Trabalhador, se manifestam e lutam por melhores condições de vida e justiça social e festejam esta importante data que contribuiu para a emancipação e libertação dos trabalhadores de todo o mundo.

Para os trabalhadores e povo do Tortosendo vai, também, uma saudação muito especial porque na nossa freguesia, se realiza a única manifestação do dia 1º de Maio na Beira Interior.

Aos representantes de vários Sindicatos do Distrito e para o coordenador da União de Sindicatos de Castelo Branco e membro do Conselho Nacional da CGTP camarada Luis Garra, os nossos agradecimentos por estarem mais uma vez connosco.

Para os mártires de Chicago que há 122 anos, foram sacrificados e chacinados, vai a nossa homenagem e continuamos a afirmar que não morreram em vão.

Vai também a nossa homenagem para os homens e mulheres do Tortosendo que dignificam as gerações actuais e vindouras, que ao longo dos anos nunca se vergaram, e deixaram páginas e exemplos, sobre o Dia 1º de Maio.

Nestas comemorações do 1º de Maio estamos a reafirmar a nossa firme determinação de continuar a lutar pelos nossos direitos sociais e laborais e por uma sociedade de progresso, mais justa que assegure aos portugueses um nível de vida digno e a confiança no futuro.

Nos dias presentes temos muitas razões de descontentamento, porque os trabalhadores estão confrontados com uma violenta ofensiva do grande patronato e deste Governo que procura destruir direitos laborais e sindicais, e, simultaneamente, enfraquecer direitos sociais tão importantes como são os da Segurança Social, da saúde, do ensino ou do acesso à justiça.

Este Governo tem imposto aos trabalhadores e às suas famílias sacrifícios e mais sacrifícios que em nada têm contribuído para a resolução dos grandes problemas do país.

Contrastando com os baixos salários, com as magras pensões de reforma, com a perda do poder de compra da população e com o aumento da pobreza, os grandes grupos económicos não param de ver os seus lucros a engordar.

O resultado das políticas seguidas avolumam os problemas laborais e sociais: cresce o desemprego e a precariedade no trabalho, diminuem os salários reais e aumenta do custo de vida, acentuam-se as desigualdades e aumenta a pobreza.

A Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses (CGTP) com as lutas que tem desenvolvido, especialmente as grandes manifestações, onde centenas de milhares de portugueses manifestam o seu descontentamento, já deu um claro aviso ao patronato e ao Governo que se oporá firmemente a medidas que se encaminhem para reduzir, ainda mais, os direitos dos trabalhadores e reforçar os poderes patronais.

Por essa razão os trabalhadores portugueses estão a fazer deste 1º de Maio um dia de luta e afirmação dos seus direitos e um grande empenhamento na construção de uma sociedade mais justa e solidária e de desenvolvimento do nosso País.

Camaradas, faz hoje um ano, neste mesmo local, alertamos para a intenção de a Câmara Municipal da Covilhã querer privatizar a água que é um bem público e de todos nós, no passado dia 4 de Abril o negócio foi consumado na Assembleia Municipal o que quer dizer que: se a factura da água já era muito elevada, certamente que no futuro mais elevada será e os lucros deste negócio serão privados mas os custos serão pagos por todos nós.

Com esta politica de privatizações que anda por aí vamos ver se não nos privatizam o ar que respiramos.

Outra questão que não podemos de deixar abordar é a “preocupação” que, nos últimos dias, alguns políticos da nossa “praça” manifestam ao comportamento dos jovens portugueses em relação ao seu desinteresse e ignorância pela coisa pública.

São estes políticos e os seus partidos que nos sucessivos governos criaram e continuam a criar legislação que atiraram os jovens para esta situação.

O fim do crédito bonificado jovem para habitação associado à especulação imobiliária criou nas novas gerações problemas ainda mais graves e de endividamento familiar.

O trabalho precário, os baixos salários, a dificuldade no acesso ao Serviço Nacional se Saúde e a falta de estruturas sociais de apoio aos filhos atrasa , invariavelmente, a maternidade e paternidade dos jovens casais.

A elevada taxa de desemprego dos jovens, associada à pouca ou nenhuma formação profissional inicial ou contínua e o não aproveitamento, por parte dos patrões, da formação académica dos jovens “empurra” estes para profissões pouco qualificadas, com salários reduzidos e com altos índices de precariedade.

A incerteza no futuro, Os recibos verdes, a falta de segurança no emprego, a falta de um programa escolar que lhes ensine os valores da sociedade e explique com realidade a nossa história recente.
Com o lema RESPEITAR OS TRABALHADORES, MUDAR DE POLITICA, estamos a comemorar este dia e reafirmamos; Os jovens e os trabalhadores portugueses merecem mais respeito e têm o direito de viver com mais dignidade.


Vivam os trabalhadores Portugueses!
Vivam os trabalhadores de todo o Mundo!
Viva a CGTP!
Viva o 1º de Maio!

segunda-feira, 28 de abril de 2008

25 de ABRIL

25 de Abril
Pelas nossas terras se comemorou o 25 de Abril e se irá festejar o 1ºde Maio.
As instituições (autarquias locais) e colectividades comemoram o 25 de Abril recordando a importância desta data na sua vida e missão social.

Sem a luta popular e a acção dos militares não estaríamos a comemorar a data da libertação do povo português e de outros povos (Guiné, Angola, Moçambique, Timor Leste) da opressão de uma ditadura apoiada pelos monopólios económicos, pela Nato e pela Igreja.

Festejar Abril foi festa, este ano, ensombrada pelo falecimento do primeiro Presidente da Câmara Municipal da Covilhã após Abril.Augusto Lopes Teixeira (o Teixeirinha) foi Presidente da primeira Comissão Administrativa da CMC após o 25 de Abril.

Uma Câmara que funcionava em colectivo e onde cada um tinha a sua opinião e era responsável pela actividade que desempenhava.

Pelo contrário, a actual Câmara, não envolve todos os seus membros na concepção, decisão e execução dos projectos e obras.

Os membros de outras forças politicas são hoje relegados para 2º plano.

É pena que os dois vereadores eleitos pelo PS se limitem a abster-se perante situações de momento e ausência de informação.

Que diabo!

Não têm coragem de ter um grito de revolta?

Não têm coragem para indignar-se e dizer o quanto é dificil viver numa ditadura de maioria PSD?Ou será que têm a mesma concepção de funcionamento da Câmara?

Façam como eu, em outros tempos.Vão para a rua atender os municipes!

Informar como são discriminados e afastados da gestão do municipio por uma maioria acéfala e prepotente.

terça-feira, 22 de abril de 2008

O Que Faz Falta


O Que Faz Falta
Quando a corja topa da janela
O que faz falta
Quando o po que comes sabe a merda
O que faz falta
O que faz falta é avisar a malta
O que faz falta
O que faz falta é avisar a malta
O que faz falta
Quando nunca a noite foi dormida
O que faz falta
Quando a raiva nunca foi vencida
O que faz falta
O que faz falta é animar a malta
O que faz falta
O que faz falta é acordar a malta
O que faz falta
Quando nunca a infância teve infância
O que faz falta
Quando sabes que vai haver dana
O que faz falta
O que faz falta é animar a malta
O que faz falta
O que faz falta é empurrar a malta
O que faz falta
Quando um cão te morde a canela
O que faz falta
Quando a esquina ha sempre uma cabeça
O que faz falta
O que faz falta é animar a malta
O que faz falta
O que faz falta é empurrar a malta
O que faz falta
Quando um homem dorme na valeta
O que faz falta
Quando dizem que isto é tudo treta
O que faz falta
O que faz falta é agitar a malta
O que faz falta
O que faz falta é libertar a malta
O que faz falta
Se o patrão não vai com duas loas
O que faz falta
Se o fascista conspira na sombra
O que faz falta
O que faz falta é avisar a malta
O que faz falta
O que faz falta dar poder a malta
O que faz falta

A lei fica à porta das empresas

Despedido por dizer a verdade?
Um trabalhador e dirigente sindical da Cerâmica Torreense viu ser-lhe levantado um processo disciplinar pela empresa na sequência da sua participação do programa televisivo Prós e Contras, da RTP1, a 21 de Janeiro. Na ocasião, o trabalhador, convidado a participar pela produção do programa, deu como exemplo da situação que se vive em muitas empresas do País, o seu próprio caso: «Não sou aumentado desde 2003.» A entidade patronal levantou um processo disciplinar a este trabalhador visando o seu despedimento, alegando alegadas perdas de contratos e prejuízos na imagem da empresa. O Executivo da Direcção da Organização Regional de Lisboa do PCP, em comunicado de dia 9, classifica a atitude da empresa de persecutória, «violadora da democracia e da liberdade, um ataque à liberdade de expressão e um descarado processo de intimidação e repressão a um trabalhador e activo dirigente sindical, respeitado e considerado pelos seus camaradas de trabalho e pelos trabalhadores de Torres Vedras».Para os comunistas, o processo contra Pedro Jorge «vem acrescentar-se a vários outros exemplos de pressões, intimidações e até uma condenação em tribunal de dirigentes e activistas sindicais do distrito de Lisboa». Manifestando a sua solidariedade para com estes representantes dos trabalhadores, os comunistas consideram caber ao Estado a responsabilidade constitucional de «zelar pelo exercício da liberdade e pelo funcionamento do regime democrático». Em sua opinião, há que parar com este «crime» e impedir que prossigam estas «situações antidemocráticas e de recortes a cada dia mais fascizantes».


Abra o linke e ponha som!
http://www.youtube.com/watch?v=v8-XGZ1ogho

domingo, 20 de abril de 2008

VAMOS ASSINAR A PETIÇÃO


A Água é nossa.

É pública.

Assine a petição
Afirmar o direito à água, exigir gestão pública de qualidadeNum momento que se abate como nunca o espectro privatizador sobre a água em Portugal, o STAL, a Associação Água Pública e a CGTP-IN lançam uma campanha em defesa da gestão pública deste bem essencial à vida humana e assumem o propósito de assinalar o dia 22 de Março, Dia Internacional da Água, como um dia de luta contra a sua mercantilização.

Subscrever Petição Online Ficheiros relacionados:>> ver folheto >> ver abaixo assinado para impressão (pdf) >> ver exposição (pdf) >> ver apresentação (ppt)
posted by Vitor Reis Silva at 10:42 AM 0 comments links to this post

ESTRATÉGIA DE LISBOA E O TRATADO

A Estratégia de Lisboa e o Tratado

Jerónimo de Sousa, no debate realizado em Lisboa sobre «A Estratégia de Lisboa e o Tratado», alertou para a experiência nacional e «a insanável contradição entre os reais propósitos de liberalização, privatização e flexibilização do mercado de trabalho que estavam no cerne da nova estratégia europeia de Lisboa e os proclamados objectivos da criação de mais emprego e de emprego com qualidade» Ler mais...

domingo, 13 de abril de 2008

É ASSIM, TAMBÉM NA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA, QUE SE DEFENDEM OS INTERESSES DAS POPULAÇÕES

Veja o vídeo
http://videos.sapo.pt/LnVRTSmNDcGrZt7ntw4h

PARA MANTER A FORÇA E O ESPIRITO REVOLUCIONÁRIO

El Pueblo Unido
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A REVOLUÇÃO NA VENEZUELA

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A REVOLUÇÃO NA VENEZUELA

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A REVOLUÇÃO NA VENEZUELA

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Chavez - A REVOLUÇÃO NÃO SERÁ TELEVISIONADA - O Golpe 3
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A REVOLUÇÃO NA VENEZUELA

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sábado, 12 de abril de 2008

VALE A PENA LUTAR. QUEM LUTA PODE GANHAR. QUEM NÃO LUTA JÁ PERDEU.

Vitória dos 100 000 Professores e Educadores que estiveram na Marcha da Indignação
Memorando de entendimento entre o Ministério da Educação e a Plataforma Sindical dos Professores Descarregue o documento aqui

quinta-feira, 10 de abril de 2008

A HISTÓRIA DE UMA ASSEMBLEIA MUNICIPAL

em www.paulvitorreissilva.blogspot.com

pode ler, penso que vale a pena:

A ASSEMBLEIA MUNICIPAL DE 4 DE ABRIL É HISTÓRICA PARA O CONCELHO DA COVILHÃ

TUDO SE VENDE. AÍ VAI O CAMPO DAS FESTAS

TUDO SE CONCENTRA NO EIXO TCT. O RESTO DO CONCELHO É PAISAGEM!

O POVO PAGA A FACTURA DA ÁGUA MAIS CARA MAS.... OS SENHORES DA CIDADE RECEBEM ISENÇÕES

E LÁ SE VAI O MERCADO MUNICIPAL

UM NEGÓCIO RUINOSO PARA A COVILHÃ

Sobre o processo de privatização da água na Covilhã