quinta-feira, 11 de março de 2010
inform@ção SPRC
CRESCIMENTO 2010/2013
Os dados que já vieram a público sobre o Programa de Estabilidade e Crescimento permitem afirmar que o governo quer continuar a fazer pagar aos trabalhadores – sejam do sector público ou do privado – os custos da crise do capitalismo, resultante da política seguida nas últimas 3 décadas e aprofundada por este e o anterior governo.
Os trabalhadores da Administração Pública já demonstraram que não estão disponíveis para pagar esta crise, cujos beneficiários continuam a acumular lucros e a aproveitar-se dela para agravar ainda mais o fosso entre o capital e o trabalho na distribuição do rendimento nacional – a percentagem dos salários no PIB passou de 59% em 1975, para 35% em 2005 e para 34,1% em 2009.
Relembramos que em 1973, em pleno regime fascista, aquela percentagem foi de 47,4%. O estafado e desacreditado argumento dos sacrifícios para todos traduz-se, no concreto, na aplicação de sacrifícios aos trabalhadores, para que o capital se acumule cada vez mais nas mãos de uns poucos.
Porque há dinheiro em Portugal, senão vejamos alguns exemplos:
· 20.000 milhões de euros foram postos à disposição da Banca e os lucros dos 5 maiores bancos, só nos primeiros 9 meses de 2009, atingiram cerca de 1.450 milhões;
· Cerca de 4.500 milhões de euros já foram utilizados para salvar o BPN;
· A banca paga de IRC cerca de metade do que paga a generalidade das empresas;
· A fuga ao IVA, só em 2009, atingiu 3.000 milhões de euros;
· A EDP apresentou lucros de 1.204 milhões de euros, mas o custo da energia eléctrica aumentou;
· A PT também teve lucros de 683 milhões de euros, mesmo com os esbanjamentos que vieram a público e ainda por esclarecer;
· Há administradores públicos com ordenados superiores aos dos EUA; e os exemplos podiam continuar…
Enquanto revela ter mãos largas para os grandes grupos económicos, o governo já anunciou publicamente, no âmbito do Programa de Estabilidade e Crescimento 2010-2013, um conjunto de medidas que vão afectar gravemente os direitos e dos trabalhadores, nomeadamente da Administração Pública, das quais destacamos já as seguintes:
· Um crescimento médio que ronda apenas 1,1% ao ano, no período 2010- 2013, o que vai determinar que Portugal se afaste ainda mais da média comunitária, que o desemprego continue a aumentar, e o País continue mergulhado na crise;
· Actualizações salariais e nas pensões inferiores à taxa de inflação, o que determinará, nesse período, uma redução no poder de compra dos trabalhadores e dos aposentados superior a 7%, a acrescentar àquela já sofreram até 2010;
· Redução correspondente a 1,5 pontos percentuais do PIB nas despesas com pessoal, no mesmo período, o que significa uma redução superior a 2.500 milhões de euros, a preços actuais, nos orçamentos das Administrações Públicas; o que, para além de agravar a situação dos trabalhadores, vai determinar a degradação dos serviços públicos (saúde, educação, etc.) com consequências graves para a população;
· Redução da dedução especifica no IRS dos aposentados e reformados, com pensões superiores a 1607 euros, que baixará dos 6.000 euros actuais para 4.104 euros e que determinará um aumento do imposto que estes contribuintes terão de pagar;
· Redução dos benefícios fiscais, a nível de despesas de saúde e de educação, que determinará um aumento dos impostos a pagar por todos os trabalhadores com um rendimento tributável superior a 7300 euros por ano.
Enquanto pretende congelar salários e pensões e aumenta os impostos aos trabalhadores, o governo, como consta da proposta de Lei do OE2010, pretende dar um gigantesco perdão àqueles que transferiram centenas de milhões de euros para paraísos fiscais (para não pagarem impostos), que serão perdoados se pagarem uma taxa de imposto de apenas 5%. O crime compensa, e os paraísos fiscais continuam a permitir a fuga aos impostos do grande capital.
Para além disso, e já no âmbito do PEC 2010-2013, o governo anunciou a privatização das empresas públicas que ainda restam, o que, a concretizar-se, determinará que empresas estratégicas para o desenvolvimento do País e para a defesa das condições de vida da população (ANA, REN, CTT, seguradoras da CGD, etc.) caiam nas mãos de grandes grupos financeiros, que se aproveitarão para impor preços exorbitantes à população, como já sucedeu com a GALP e EDP, por um lado. Além de se perspectivar a venda dessas empresas ao desbarato, por efeito da actual crise bolsista.
O corte de benefícios fiscais vai atingir sobretudo os trabalhadores com salários na ordem dos 550 euros, o que é inadmissível. Entretanto, os bancos vão continuar a pagar uma taxa efectiva de IRC de cerca de metade da que é paga pelas restantes empresas. Procede-se assim, de facto, ao aumento de impostos sobre os trabalhadores, ainda que de forma encapotada.
Repare-se que, para salvar os interesses do capital, o governo não se inibiu de agravar o défice, com a aprovação, aliás, das instituições europeias; mas para combater o desemprego e minorar situações de pobreza, mesmo de quem trabalha, não só não se pode agravar o défice, como ainda tem de se diminuir para 3% até 2013, com brutais consequências nas condições de vida dos trabalhadores e da generalidade da população. Quer dizer, para salvar os lucros dos banqueiros pode-se aumentar o défice, mas, depois de satisfeito o capital financeiro, o défice terá de ser diminuído “à pressão”, aumentando o desemprego e a miséria.
A Frente Comum não aceita este “modelo” e entende que:
· A diminuição do défice pode e deve ser prorrogada no tempo, para além de 2013, não pondo em causa o crescimento económico e a vertente social;
· Devem ser reduzidos os desperdícios existentes na Administração Pública: aquisição de serviços que podem ser efectuados internamente (estudos, auditorias, pareceres jurídicos, etc,); frota automóvel; despesas de representação; externalização de serviços;
· O desenvolvimento económico do país é incompatível com o congelamento ou a redução dos salários e das pensões, com a precariedade e a repressão, seja no sector público, seja no privado;
· Tem sido a luta dos trabalhadores e dos seus sindicatos de classe por melhores condições de vida e de trabalho que tem impedido uma ainda maior degradação da situação social que hoje se vive.
Por isso, lutar contra os objectivos do governo e pela intervenção dos trabalhadores na vida dos serviços, respeitando os seus direitos, mas também as suas críticas e opiniões, é lutar pelo desenvolvimento económico do país.
Por isso, os trabalhadores da Administração Pública – mesmo sabendo que os resultados da sua luta não se verificarão de imediato, mas que vale a pena lutar, como se provou recentemente no caso dos professores – vão continuar a
defender:
· Salários e pensões dignos, contra o seu congelamento e diminuição real;
· Uma aposentação digna, contra a retirada de direitos e a degradação das condições gerais de aposentação;
· Estabilidade, contra a destruição do vínculo de nomeação e a introdução da possibilidade de despedimento;
· Um sistema de avaliação justo e exequível, contra o injusto e irracional sistema de quotas;
· Contagem de todo o tempo de serviço:
· Contra a destruição das carreiras profissionais, a polivalência e a colocação em mobilidade especial;
· Uma administração pública de qualidade e eficaz, ao serviço das populações.
Demagogia do Governo sobre as reivindicações na AP
Para disfarçar o efectivo favorecimento do capital e do patronato à custa do retrocesso nos direitos dos trabalhadores da Administração Pública, o governo tem apresentado alguns argumentos de forma demagógica. Por exemplo:
- Diz que a reivindicação de aumento para o subsídio de almoço é muito elevada, mas não esclarece que o montante pedido é de € 6,50, um valor perfeitamente razoável para negociação;
- Sobre a aposentação, o governo afirma seraficamente que apenas acelera a aplicação de medidas previstas para 2015, mas não esclarece que essa é uma aceleração da aplicação de penalizações aos trabalhadores, violadora do princípio da segurança jurídica, que enforma o Estado de direito democrático; e omite que as pensões resultam dos descontos efectuados sobre os salários dos trabalhadores;
- Fala muito sobre abertura para o estabelecimento de parcerias em acções de formação, mas, além de cortar as candidaturas apresentadas pelos Sindicatos, esquece que não é com acções de formação que os trabalhadores podem comprar os bens de que necessitam.
Mais uma vez, a direita e o seu governo retomam e agravam a diabolização dos trabalhadores da Administração Pública, para “justificar” retrocessos sociais que, mais tarde ou mais cedo, atingirão todos os trabalhadores e as camadas mais desfavorecidas da população.
A Frente Comum não ilude os trabalhadores sobre os interesses antagónicos entre o governo e os trabalhadores da Administração Pública; de facto, o governo está cada vez mais claramente ao lado do capital e do patronato.
A luta imprescindível dos trabalhadores
Perante esta realidade, os trabalhadores da Administração Pública têm dado respostas contundente à direita e ao seu actual Governo, que perseguem o objectivo de efectuarem uma profunda e inconstitucional regressão social, com a retirada de direitos e a privatização de serviços públicos.
A manifestação do passado dia 5 de Fevereiro e a greve geral de 4 de Março foram pontos altos dessa luta.
A Frente Comum de Sindicatos da Administração Pública e os trabalhadores não desistirão de continuar a lutar, também com os trabalhadores do sector privado, por melhores condições de vida e de trabalho, pelos seus direitos, pela defesa de uma Administração Pública de qualidade e pelo desenvolvimento do país.
Por isso, durante o mês de Abril, vão efectuar concentrações em todas as capitais de distrito, e farão uma grande manifestação, nos finais de Maio ou princípios de Junho. Também participarão na manifestação da juventude trabalhadora, no próximo dia 26 de Março, e vão contribuir para que os 120 anos do 1.º de Maio sejam igualmente uma grandiosa manifestação de vitalidade e afirmação do movimento sindical de classe.
A Frente Comum de Sindicatos da Administração Pública
terça-feira, 9 de março de 2010
O Partido com Paredes de Vidro

A PROVA
Dia Internacional da Mulher

Se isto mostra, por um lado, que já ninguém consegue esconder a existência de um Dia Internacional da Mulher, revela também as tentativas de lhe retirar todo o conteúdo revolucionário que efectivamente possui: proposto há 100 anos pela revolucionária alemã Clara Zetkin, na segunda Conferência Internacional de Mulheres, emCopenhaga, a consagração do 8 de Março marcou uma nova etapa da luta das mulheres contra a exploração e pela emancipação económica, social e política.O PCP resolveu assinalar a data com mais de cem acções de contacto com mulheres trabalhadoras, em empresas e locais de trabalho – sobretudo em sectores onde é predominante a mão-de-obra feminina. Numa dessas acções, à entrada dos serviços sociais do Banco Espírito Santo, participou Jerónimo de Sousa, que também ofereceu flores – cravos vermelhos de Abril. Em breves conversas que manteve, e nas declarações prestadas à comunicação social, o Secretário-geral do PCP realçou que «não há uma verdadeira emancipação da mulher se não lhe for reconhecidaa igualdade no trabalho, no salário, nos direitos». Sem esta igualdade, a mulher não pode aspirar a uma maior participação na vida política e social.Jerónimo de Sousa aproveitou para denunciar a situação de trabalhadoras contratadas através de empresas de prestação de serviços que, por essa razão, não têm o estatuto de bancárias, apesar de fazerem exactamente as mesmas funções. Por essa razão, para além dos vínculos precários, são discriminadas nos salários e em vários direitos. Isto passa-se num sector que apresenta lucros fabulosos. No BES, especificamente, há casos de mulheres que, regressadas do gozo da licença de maternidade, deparam-se com uma despromoção das funções que antes realizavam.
segunda-feira, 8 de março de 2010

Desde então, a data também tem sido utilizada para fins meramente comerciais, perdendo-se parcialmente o significado original.
Muitos outros protestos ocorreram nos anos seguintes, destacando-se o de 1908, quando 15.000 mulheres marcharam sobre a cidade de Nova Iorque, exigindo a redução de horário, melhores salários e direito ao voto.
O primeiro Dia Internacional da Mulher foi celebrado em 28 de Fevereiro de 1909 nos Estados Unidos da América, por iniciativa do Partido Socialista da América.
Em 1910, ocorreu a primeira conferência internacional de mulheres, em Copenhaga, dirigida pela Internacional Socialista, quando foi aprovada proposta da socialista alemã Clara Zetkin, de instituição de um dia internacional da Mulher, embora nenhuma data tivesse sido especificada. No ano seguinte, o Dia Internacional da Mulher foi celebrado a 19 de Março, por mais de um milhão de pessoas, na Áustria, Dinamarca, Alemanha e Suíça.
Poucos dias depois, a 25 de Março de 1911, um incêndio na fábrica da Triangle Shirtwaist mataria 146 trabalhadores - a maioria costureiras. O número elevado de mortes foi atribuído às más condições de segurança do edifício. Este foi considerado como o pior incêndio da história de Nova Iorque, até 11 de setembro de 2001. Para Eva Blay, é provável que a morte das trabalhadoras da Triangle se tenha incorporado ao imaginário coletivo como sendo o fato que deu origem ao Dia Internacional da Mulher.
Na Rússia, as comemorações do Dia Internacional da Mulher foram o estopim da Revolução russa de 1917. Em 8 de março de 1917 (23 de fevereiro pelo calendário juliano), a greve das operárias da indústria têxtil contra a fome, contra o czar Nicolau II e contra a participação do país na Primeira Guerra Mundial precipitou os acontecimentos que resultaram na Revolução de Fevereiro. Leon Trotsky assim registrou o evento: “Em 23 de fevereiro (8 de março no calendário gregoriano) estavam planejadas ações revolucionárias. Pela manhã, a despeito das diretivas, as operárias têxteis deixaram o trabalho de várias fábricas e enviaram delegadas para solicitarem sustentação da greve. Todas saíram às ruas e a greve foi de massas. Mas não imaginávamos que este ‘dia das mulheres’ viria a inaugurar a revolução”.
Membros da Liga Internacional das Mulheres, 1922.
Cartaz de 1932. Em vermelho, lê-se: "8 de março é o dia da rebelião das mulheres trabalhadoras contra a escravidão da cozinha." Em cinza: "Diga NÃO à opressão e ao conformismo do trabalho doméstico!"
Após a Revolução de Outubro, a feminista bolchevique Alexandra Kollontai persuadiu Lenin para torná-lo num dia oficial que, durante o período soviético permaneceu numa celebração da "heróica mulher trabalhadora". No entanto, o feriado rapidamente perderia a vertente política e tornar-se-ia numa ocasião em que os homens manifestavam a simpatia ou amor pelas mulheres da vida —; uma mistura das festas ocidentais do Dia das Mães e do Dia dos Namorados, com ofertas de prendas e flores dos homens às mulheres. O dia permanece como feriado oficial na Rússia, bem como na Bielorrússia, Macedónia, Moldávia e Ucrânia).
Quando a Tchecoslováquia integrava o Bloco Soviético (1948 - 1989), esta celebração foi apoiada pelo Partido Comunista da Tchecoslováquia, e foi gradualmente transformando-se em paródia. O MDŽ (Mezinárodní den žen, "Dia Internacional da Mulher" em checo) era então usado como instrumento de propaganda do partido, que esperava assim convencer as mulheres de que considerava as necessidades ao formular políticas sociais. Durante as últimas décadas, o MDŽ acabou por se tornar uma paródia de si próprio. A cada dia 8 de março, as mulheres ganhavam uma flor ou um presentinho do chefe. Assim, o propósito original da celebração perdeu-se completamente. A celebração ritualística do partido no Dia Internacional da Mulher tornou-se estereotipada e era mesmo ridicularizada pelo cinema e pela televisão, na antiga Checoslováquia. Após o colapso da União Soviética, o MDŽ foi rapidamente abandonado como mais um símbolo ridicularizado do antigo regime.
No Ocidente, o Dia Internacional da Mulher foi comemorado durante as décadas de 1910 e 1920, mas esmoreceu, sendo revitalizado pelo movimento feminista da década de 1960.
1975 foi designado como o Ano Internacional da Mulher,
domingo, 28 de fevereiro de 2010
A TRAGÉDIA NA MADEIRA- NÃO EXISTEM RESPONSÁVEIS? OU É TUDO "OBRA DE DEUS"?
Mas... quando elas são fruto da irresponsabilidade humana e da ausência de planeamento no uso do território .... as responsabilidades públicas devem ser apuradas.
Afinal de contas quem permitiu, autorizou, as construções ao longo das ribeiras e o estreitamento das mesmas???
Ninguém.... nenhuma instituição?.... não existem autores materiais do crime ambiental? não existem responsáveis pela situação? não existe uma figura jurídica "de responsabilidade pública" e de "homicídio involuntário"????
Se acontecesse o mesmo numa outra área do país, sem dominio do PS e do PSD, teríamos autarcas no tribunal acusados de incúria e de crime público.
É o país que temos e que é urgente mudar.
Um abraço
Vitor
"Os actos de Deus são realmente muito convenientes para desresponsabilizar os homens, porque Deus em geral não se queixa. Uma reportagem do programa Biosfera, já com dois anos, em que se faz uma antevisão bastante detalhada da tragédia na Madeira."
Para ver se aprendemos de uma vez por todas, ou se ainda continuaremos a cometer sempre e sempre os mesmos erros de ignorar os problemas que existem e de adiamento de busca de soluções para os mesmos...
http://dererummundi.blogspot.com/
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
IX ASSEMBLEIA DE ORGANIZAÇÃO
Sobre o lema “Avançar, Crescer” Avante por um PCP mais Forte”, realizou-se no passado sábado, dia 30 de Janeiro, no Centro de Trabalho do Tortosendo do Partido Comunista Português, a IX Assembleia de Organização daquela Freguesia.
Participaram mais de quarenta militantes que aprovaram que aprovaram a Resolução Política e elegeram a Comissão de Freguesia composta por 15 camaradas.
Nas intervenções políticas que alguns camaradas fizeram identificavam-se alguns problemas existentes na freguesia de Tortosendo, fez-se o balanço da actividade política daquele organismo desde 2006, data da última Assembleia de Organização.
O camarada Aníbal Cabral, responsável da Comissão Concelhia da Covilhã, fez uma intervenção abordando questões relacionadas com a situação daquele concelho, do trabalho político realizado, das tarefas e iniciativas que foram executadas e de outras que estão agendadas para os próximos tempos.
Nesta Assembleia esteve presente a camarada Patrícia Machado, membro do Comité Central e responsável pela Direcção Regional de Castelo Branco do PCP, que fez uma intervenção sobre a actual situação política nacional que vivemos, onde sobressaíram algumas questões relacionadas com esta região em especial e particularmente sobre a freguesia de Tortosendo.
Foi feita uma saudação a quatro novos militantes que recentemente se inscreveram no Partido e que participaram nas Listas da CDU, nas Eleições Autárquicas de Outubro passado.
Depois de encerrados os trabalhos da Assembleia realizou-se um animado convívio, com beberete, onde não faltaram produtos da gastronomia regional, quase todos oferecidos e confeccionados por algumas camaradas que participaram activamente nesta Assembleia de Organização.
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
sábado, 9 de janeiro de 2010
EXISTE GATO COM RABO DE FORA ?
A VERDADE NÃO SE ESCONDE. É COMO O AZEITE
Durante a presente semana, inicio do segundo período do ano escolar, a Junta de Freguesia do Tortosendo (JFT) decidiu inviabilizar o funcionamento do serviço de refeições e das actividades de enriquecimento curricular (AECs) nas duas escolas do 1º Ciclo existentes na Vila.
Afirma a JFT que não tem capacidade financeira para pagar ao pessoal necessário ao funcionamento daquelas actividades e exige do IEFP “facilidades” para continuar a assegurar o serviço com trabalhadores desempregados subsidiados e exige do Ministério da Educação (ME) reforço das transferências financeiras.
Esta actuação da JFT é incompreensível quando se sabe e se encontra legislado que a responsabilidade pelo serviço de refeições e AECs e pessoal auxiliar necessário é da Câmara Municipal da Covilhã com o financiamento do Ministério da Educação(ME).
A JFT aceitou a delegação de competências proposta pela Câmara para aqueles serviços e recebe desta as verbas por eles (CMC e JFT) negociadas. Se a JFT aceitou a responsabilidade da Câmara sem assegurar o financiamento procedeu de forma incompetente. Não pode, por esse facto, atribuir responsabilidades só a terceiros (IEFP e Ministério da Educação/Agrupamento de Escolas do Tortosendo) tentando iludir sobre as suas próprias responsabilidades.
Recordamos ainda que a JFT já tinha conhecimento atráves da Portaria nº 128/2009 de 30 de Janeiro que estas alterações entrariam em vigor, não se justificando a razão de não se tomarem medidas no início do ano lectivo.
Sendo insuficientes as verbas para as competências delegadas deverá a JFT exigir/negociar/reivindicar junto da Câmara Municipal da Covilhã o reforço do apoio financeiro necessário ou devolver à mesma as competências delegadas.
O Partido Comunista Português e os independentes que participaram nas últimas eleições autárquicas no quadro da CDU discordam da transferência de competências do Ministério da Educação para as Câmaras Municipais na área da educação, por ser uma evidente desresponsabilização numa função do Poder Central. A existência, na mesma escola, de pessoal afecto às autarquias e de outro sob a responsabilidade do Ministério da Educação só tem dado problemas ao nível da sua gestão, o que não tem contribuído para a qualidade do serviço prestado às crianças.
Por isso, afirmamos, que o serviço de refeições, as AECs e a CAF (Componente de Apoio à Família) deveriam estar enquadrados e assumidos pelo Ministério da Educação.
Também discordamos dos rácios definidos pelo ME para calcular as necessidades de trabalhadores não docentes nos estabelecimentos de ensino. É impossível e a prática tem-no demonstrado, ter as escolas a funcionar com o número de trabalhadores indicados por aqueles rácios, que têm como objectivo a diminuição artificial das necessidades existentes, para aliciar as Câmaras Municipais a aceitar as responsabilidades pelas escolas do 1º,2º e 3º Ciclos como já acontece em outros Concelhos do nosso Distrito. Entendemos ainda que face ao nº total de alunos nas duas escolas os próprios rácios definidos pelo ME não estão a ser respeitados.
É inadmissível, porque mantém a precariedade e não cria emprego, o recurso do Ministério da Educação e das autarquias (neste caso a Junta de Freguesia do Tortosendo), aos desempregados subsidiados, para a ocupação de lugares onde desempenham funções com carácter permanente. Trata-se da exploração abusiva de trabalhadores fragilizados pela situação de desemprego, que deveriam ter os mesmos direitos dos colegas que desempenham as mesmas funções.
Lamentamos e não aceitamos como legítima e coerente a acção da Junta de Freguesia do Tortosendo neste processo com a utilização e manipulação dos pais e encarregados de educação em reivindicações mal dirigidas e orientadas visando esconder a má gestão, aligeirar incompetências, libertar-se de compromissos eleitorais e lançar “uma cortina de fumo” para esconder os verdadeiros responsáveis pela situação criada, a Junta de Freguesia do Tortosendo e a Câmara Municipal da Covilhã.
Tortosendo, 9 de Janeiro de 2010
A Comissão de Freguesia do Tortosendo do PCP
sábado, 2 de janeiro de 2010
domingo, 20 de dezembro de 2009
Interpelação do PCP ao Governo sobre a transparência das politicas públicas
Interpelação do PCP ao Governo sobre a transparência das politicas públicas
Dia 17 de Dezembro o PCP interpelou o Governo sobre a transparência das politicas públicas.
Mais uma vez os órgãos de comunicação social silenciaram o trabalho dos deputados comunistas
como se o assunto não fosse de extrema importância num momento em que somos confrontados com os Freeports e as Faces Ocultas.
Visite a página do PCP e veja/ouça as intervenções nos videos que a mesma contém.
http://www.pcp.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=34860&Itemid=195
Boas Festas
ASSEMBLEIA MUNICIPAL DA COVILHÃ DE 18 DE DEZEMBRO DE 2009
Boas festas
sábado, 21 de novembro de 2009
PCP defende a suspensão da Avaliação e a revogação do ECD
Educação - Professores - Avaliação - O que diz o PCP
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Eleições Autárquicas - 2009
Para além da referência a dificuldades existentes ao nível organizacional foram apontadas insuficiências quanto ao trabalho realizado e à necessidade de se ir mais longe no contacto com as pessoas e quanto ao tratamento dos problemas da população.
Quanto aos resultados, fez-se sentir a insatisfação e o sentimento de que a CDU e as suas propostas mereciam mais apoio da população, apesar de todos os intervenientes salientaram que se obtive o apoio significativo de Tortosendenses à equipa e projecto proposto. Salientou-se o facto da existência de potencialidades a aproveitar no futuro e da manutenção de um trabalho regular da equipa na intervenção e dinamização da população na resolução dos seus problemas.
A obtenção de mais de 700 votos e a eleição de mais um eleito para a Assembleia de Freguesia (passou-se de um para dois eleitos) irá possibilitar a concretização de uma maior e qualificada intervenção.
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Eleições Autárquicas 2009

Ø Requalificar as zonas tradicionais (Machedes, Escabelados, Casal da Serra, Amoreira e
Ø Dinamizar programas de enquadramento e animação dos residentes nos novos bairros.
Ø Assegurar a construção de equipamentos de apoio com prioridade de crianças e idosos.
Ø Dinamizar a cooperativa de habitação.
Ø Reabilitação das ruas da Vila
Vias de Comunicação
Ø Integrar a zona da Assudinha na rede de tráfego da Vila
Ø Reivindicar a construção do IC6 (Ligação Tortosendo Coimbra) com perfil de auto-estrada
Ø Abertura de uma via entre os bairros do Cabeço, Casal da Serra e Pinhos Mansos.
Ø Pavimentação e Iluminação de caminhos rurais.
Ø Requalificar os acessos (Avenida Montes Hermínios) ao Casal da Serra.
Ø Prosseguir a remodelação da rede de iluminação pública na malha urbana da freguesia.
Ø Criar as condições para que a limpeza da freguesia seja feita com regularidade.
Ø Fazer campanhas de sensibilização, apelando ao civismo de todos os Tortosendenses.
Ø Garantir a desinfecção dos contentores, com uma maior frequência.
Ø Implementar a rede de saneamento e a recolha de resíduos sólidos nas zonas da vila onde
Ø Construção da ETAR geral do Tortosendo e eliminação dos esgotos a céu aberto.
Ø Encetar esforços para a despoluição do Rio Zêzere para que este volte a ser um espaço de
Ø Criar as condições necessárias para que o centro de saúde da nossa Vila seja dotado de
Ø Trabalhar no sentido de se assegurar que quem recorre ao centro saúde por estar realmente
Ø Recuperar as consultas de estomatologia (dentista) no centro de saúde, tentando ainda dotá-lo
Ø Requalificação dos fontanários públicos.
Ø Abertura de asseiros nas zonas florestais
Ø Trabalhar em conjunto com a Administração Florestal para uma limpeza mais eficaz das
Ø Exigir a construção de um quartel para a Guarda Nacional Republicana (GNR)
Ø Criar pontos de água em zonas estratégicas para que seja possível a um helicóptero
Feiras e Mercados
Ø Dignificar a feira de S. Miguel (feira das cebolas) dando-lhe a importância que a ex-libris da
Ø Requalificar e humanizar o actual mercado municipal.
Transportes Públicos e Sinalização
Ø Exigir à REFER (CP) a recuperação e dignificação da Estação Ferroviária da nossa vila.
Ø Tentar sensibilizar e disciplinar com sinalética o trânsito da vila.
Ø Negociar com a empresa concessionária da Rede Expressos para que o transporte de e para
Desenvolvimento Económico
Criação de um Gabinete de Apoio aos Agricultores.
Ø Promover a Reflorestação e apoiar a criação de Brigadas de Sapadores Florestais.
Associativismo
Ø Criar o Conselho Cultural e Desportivo (órgão composto por dirigentes associativos, de apoio
Ø Apoiar criteriosamente todas as colectividades existentes na nossa freguesia.
Ensino
Ø Zelar pela manutenção dos edifícios escolares e requalificar os logradouros.
Ø Manifestar o nosso apoio à concretização, há muito manifestada pela Direcção da Escola EB
Ø Arranjo da zona frontal, exterior, (recreio) na Escola Nª2 (Feira).
Ø Exigir a concretização do Centro Educativo do Largo da Feira onde se prevê a criação de duas
Ø Apoiar a criação nas escolas do 1º ciclo de actividades de desenvolvimento sociocultural das
Ø Promover a formação profissional.
Ø Facultar gratuitamente os manuais escolares no 1º ciclo.
Ø Ampliação do Jardim de Infância (Ovo Mágico) do Bairro do Cabeço.
Ø Dotar o Jardim de Infância dos Loureiros com um edifício de maior capacidade e com as
Acção Social
Ø Criação de um Infantário/Creche de raiz, adaptado aos nossos dias, que possa substituir o da
Ø Criação de um Centro de Dia para Idosos no Casal da Serra, aproveitando as antigas
Ø Atendendo à densidade populacional do Bairro do Cabeço torna-se imperioso dotar este
Ø Construir uma casa mortuária que satisfaça as necessidades de toda a população.
Cultura Desporto Lazer e Tempos Livres
Ø Criação de zonas verdes que facultem a possibilidade ao cidadão da prática de actividades e
Ø Criação de uma BIBLIOTECA/LUDOTECA.
Ø Colaborar com as Associações na dinamização da prática desportiva e criação cultural.
Ø Procurar programas de formação para monitores direccionados aos jovens interessados nas
Ø Criação de um parque Desportivo e Lazer, aberto à população na zona envolvente à piscina
Ø Melhorar os acessos e os espaços no Parque de Merendas da Feteira.
Ø Dinamizar a criação de um Centro de Artes do Tortosendo, Ateliê de tempos livres para
Ø Construção do Polidesportivo do Grupo Desportivo Casalense. (com projecto já elaborado e
Ø Recuperação e humanização de todos os espaços e zonas verdes que sejam susceptíveis de
Ø Dinamizar e apoiar a criação de Centros Multimédia (Internet, DVD, videoprojectores, etc).
Funcionamento Administrativo da Autarquia
Disponibilizar meios e horários para uma maior e melhor aproximação da junta de freguesia à
terça-feira, 22 de setembro de 2009
Filme da Apresentação
Apresentação da Lista CDU, concorrente à Assembleia de Freguesia de Tortosendo nas Eleições Autárquicas de 11 de Outubro.
http://www.youtube.com/watch?v=mtQdizU1Gmg
segunda-feira, 21 de setembro de 2009

No dia 19 (sábado) na Escola EB-2,3, a CDU apresentou a Lista Concorrente ás Eleições Autárquicas do próximo dia 11 de Outubro.
terça-feira, 11 de agosto de 2009
Autárquicas 2009

O colectivo da Coligação Democrática Unitária (CDU) de Tortosendo, numa reunião, recentemente realizada, decidiu que Ondina Fernanda Nascimento Gonçalves, será a cabeça de lista à Assembleia de Freguesia de Tortosendo.Ondina Gonçalves, natural de Tortosendo é membro do PCP, tem 39 anos, Licenciada em Física e Química via Ensino.
A apresentação da lista da CDU, concorrente a este acto eleitoral, será oportunamente anunciada.
Homens, mulheres e jovens que sempre estiveram na luta, na acção e na proposta.
quarta-feira, 22 de julho de 2009
Por ser comunista

domingo, 12 de julho de 2009
Festa CDU Tortosendo
Com a presença de muitas centenas de pessoas, no passado sábado, dia 11 do corrente mês, a Coligação Democrática Unitária (CDU) apresentou a lista completa dos candidatos pelo nosso Distrito.
Esteve presente Jerónimo de Sousa, Secretário-geral do PCP.
Pela mandatária da Lista, Ana Leitão, foram apresentados os oito candidatos, 4 mulheres e 4 homens, que representam vários sectores e zonas do nosso Distrito.
Usaram da palavra o Cabeça de lista; Luís Garra e Jerónimo de Sousa que foram ouvidos atentamente pelas centenas de pessoas que davam uma belíssima moldura humana ao Parque de Merendas do Tortosendo.
quinta-feira, 9 de julho de 2009
Pouca História e Pouca Vergonha

Falta história ao PS no combate ao fascismo. O PS da primeira República rendeu-se e dissolveu-se no início do salazarismo. As posições social-democratas, no longo combate contra a «ditadura terrorista dos monopólios associados ao imperialismo estrangeiro e dos latifundiários», andaram pelo colaboracionismo, na «abertura Marcelista», outras vezes pelo «reviralho». Ao PS faltam heróis da luta antifascista, aliás foi fundado em 1973, na crise final do regime. Nas suas fileiras estão democratas que travaram este combate, mas na época não eram do PS, militavam na unidade antifascista que o PCP construiu e que conduziu à Revolução de Abril.Dito isto, ficam mais claras as determinantes de classe e ideológicas do PS na sistemática tentativa de rescrita da história e de ocultação do papel dos comunistas e do seu Partido na luta antifascista. O PS visa alterar a verdade histórica conforme os seus objectivos mesquinhos e os interesses do grande capital. Visa esconder que hoje o seu Governo serve os grandes senhores do dinheiro tal qual o fascismo os serviu, noutro quadro e por outros meios. E visa, com uma desbragada pouca vergonha, empalmar no PS, ou pessoalmente em Mário Soares, a luta e os heróis que são património e honra do nosso povo, na medida em que o são deste nosso Partido Comunista Português.Foi isso que tentaram em Aveiro, em Maio, quando o PS fez da comemoração dos 40 anos do 2.º Congresso Republicano uma golpada em que falou M. Soares, o MAI e o Governador Civil e foram silenciados democratas que participaram no Congresso e ocultado o papel decisivo dos militantes comunistas Mário Sacramento e João Sarabando. Mas nestes dias foi possível, numa importante sessão da URAP, repor a verdade e honrar a sua memória.Foi isso que visaram em Stª. Mª. Feira, no sábado, quando o PS levou Almeida Santos à inauguração eleitoralista de um monumento a Ferreira Soares, dirigente comunista assassinado pela PIDE em 1942, sem que o PCP ou a família pudessem usar da palavra. Mas os comunistas estiveram presentes, com as suas bandeiras, em silêncio de protesto, pondo a verdade a nu. E, como todos os anos, teve ainda lugar uma romagem à campa deste herói do Partido.Continuar o combate contra a pouca vergonha do PS e em defesa da verdade histórica é um importante contributo para que – fascismo nunca mais!
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Pelo Distrito!

Por isso, estamos a exigir uma resposta uma resposta aos graves problemas que afectam o Distrito, os seus trabalhadores a as suas populações e que, de forma breve, passamos a descrever:
O aparelho produtivo está a ser destruído, as EMPRESAS estão a encerrar e o DESEMPREGO, a PERCARIDADE e os DESPEDIMENTOS não param de aumentar.
Aumenta o número de trabalhadores com salários em atraso e o número de empresas que recorrem ao processo de insolvência.
O Distrito está envelhecido, desertificado e está económica e socialmente deprimido. OS JOVENS SÃO FORÇADOS A SAIR DO DISTRITO.
Os salários, as Pensões e os Subsídios de Desemprego são inferiores à média Nacional e a POBREZA AUMENTA.
Os Direitos Laborais são diariamente violados e aumenta o recurso ao Lay-Off.
O governo encerra Serviços:
Em três anos fechou 71 Escolas e este ano poderão fechar mais 30 de 1º Ciclo;
Encerrou as Urgências Hospitalares do Fundão e sobre-lotou as da Covilhã e fechou as Extensões de saúde das aldeias e mantém ma mira as Maternidades.
Deixou fechar Postos de Correios e ameaça fechar Tribunais.
O GOVERNO TEM COMPROMISSOS A CUMPRIR
O QUE SE PASSA NO DISTRITO
É MUITO GRAVE E É DRAMÁTICO!
· Entre 2000 e Junho de 2009, só no sector Têxtil, encerraram 55 empresas e foram destruídos cerca de 5000 postos de trabalho e encerraram centenas de micro e pequenas empresas dos sectores automóvel e de componentes; da construção civil; do comércio tradicional e serviços; das indústrias eléctricas; da metalurgia, da restauração (pequenos bares, restaurantes e cafés).
· Só no concelho de C. Branco encerraram 89 PMEs em 2007. Em 2008 foram mais de 15% os encerramentos no distrito. E, ainda assim, proliferam as grandes superfícies comerciais que já abrem com lojas fechadas!
· No sector das Águas encerrou a única empresa da Covilhã as Água Sete Fontes com 20 trabalhadores e as Águas do Alardo, no concelho do Fundão reduziram substancialmente o número de postos de trabalho.
· A liquidação da pequena exploração agrícola é um facto já que, a agricultura continuou a definhar e a floresta a perder hectares, reduzindo o rendimento de muitas famílias. O atraso e lentidão do Regadio da Cova da Beira é um escândalo;
O INTERIOR TAMBÉM É PORTUGAL
PLANO DE EMERGÊNCIA – JÁ!
· Por tudo isto a União dos Sindicatos de Castelo Branco/CGTP-IN exige um Plano de Emergência para o Distrito visando:
· A defesa do aparelho produtivo existente e dos postos de trabalho e a criação de emprego com direitos;
· Dar prioridade ao investimento nos sistemas produtivos locais;
· A diversificação das actividades económicas e o apoio às micro, pequenas e médias empresas;
· A qualificação e formação profissional de trabalhadores e empresários e as plíticas de inovação, investigação e desenvolvimento.
Haja coragem para romper!
È preciso decidir e fazer diferente!
A Direcção da USCB/CGTP-IN


